4 maneiras para libertar gordura do corpo

Sabia que determinados alimentos podem realmente trabalhar para combater naturalmente a gordura corporal? Aprenda a fazer a sua dieta funcionar por si.

Nem sempre é preciso subtrair alimentos da sua dieta para alcançar resultados. Na verdade, adicionando alguns alimentos às suas refeições, vai ajudar a queimar gordura corporal, para que possa perder aqueles quilos teimosos.

Saiba mais aqui:
http://drnatiris.pt/4-maneiras-para-libertar-gordura-do-corpo/

Dieta Vegetariana

A alternativa verde, introduzida em diversos sectores de todo o mundo por razoes religiosas, éticas, de excesso de peso, ou simplesmente pelo cuidado com a saúde, é uma das mais expandidas e populares. Para uns, aqueles que a praticam “não estão bons da cabeça”, enquanto outros a aplaudem e pontificam. Por isso, é outra das mais discutidas e, com frequência, injustamente menosprezada.
Poder-se-á perguntar se pode viver sem carne, sem leite, ovos ou peixe, se a dieta vegetariana pode ser equilibrada e se constitui uma forma sadia de viver e, no nosso caso, de emagrecer. Os especialistas aprovam, desde que os alimentos sejam combinados correctamente e comidos em quantidades adequadas. Mas, o que é mais importante, com conhecimento acerca do que se faz.
Os vegetarianos seguem uma dieta formada basicamente por vegetais, que é complementada, conforme o tipo praticado, com alguns produtos de origem animal, como leite e lacticínios, mel, ovos, e até peixe. Mas, por outro lado, o vegetarianismo deve ser entendido como uma corrente filosófica baseada no respeito pelas diversas formas de vida, em especial a animal, e como uma forma de entender a saúde. Alguns chegam a declarar-se partidários de Buda ou Gandhi, pelo que o seu vegeterianismo tem raízes profundas. Como sistema dietético, pode ser correcto para as pessoas, sobretudo quando é complementado com lacticínios e ovos (ovolactovegetarianos). Mas algumas variantes, como o vegan ou o vegeterianismo levado à última expressão, podem revelar-se perigosas. As dietas vegetarianas, em geral contêm um fornecimento calórico reduzido de alimentos ricos em hidratos de carbono e fibra, mas são muito limitadas em proteínas, em especial de origem animal. Isto implica a limitação de alguns aminoácidos necessários e uma dose muito baixa de gorduras e, em contrapartida, elevada em hidratos de carbono de absorção lenta.
Existe uma série de normas que os que praticam estas dietas devem ter em conta: em primeiro lugar, a importância de cozinhar com azeite virgem, imprescindível para a dieta, como única fonte de energia e veiculo de vitaminas lipossolúveis, que garante o crescimento e desenvolvimento dos ossos. Por outro, é necessário realçar que na dieta vegetariana devem-se consumir proteínas – 60 ou 70g por dia – de origem vegetal, complementadas com algumas de origem animal, como lacticínios (uma vez por dia) e ovos (uma vez por semana). Assim, os vegetais que não contêm todas as proteínas com aminoácidos essenciais ver-se-ão complementados. Também se devem ingerir muitas frutas e verduras, incluindo os frutos secos e o mel, para manter diariamente os níveis mínimos de vitaminas, minerais e açúcares. Além disso, convém não esquecer que a carência grave de ferro pode ocorrer quando não se consome carne. Por isso, devem ingerir-se alimentos que o contenham, ainda na sua forma hemínica pouco assimilável, como o feijão, as lentilhas, o pão integral, o grão de bico, os espinafres e a soja, sempre acompanhados de uma boa dose de vitamina C para melhorar a sua absorção (sumos laranja, kiwi, etc.). Tendo sempre em mente que o café, o chá, ou o vinho contêm substâncias que dificultam a boa absorção deste mineral.
Em último lugar, a recomendação de apanhar sol regularmente, para garantir a vitamina D necessária. A levedura de cerveja, as pevides de girassol, as castanhas, as amêndoas, o pimentão, o alho, entre outros, fornecem vitaminas do complexo B. O acido fólico chega pela mão do feijão cozido, das avelãs, do amendoim torrado, etc., e a B12 dos cereais para o pequeno almoço, do queijo, do requeijão, do ovo cozido e do iogurte.
Devemos sempre lembrar-nos que uma dieta nunca invalida outra, e a variedade faz parte de um regime alimentar sadio. Portanto para quem não é vegetariano, pode optar por praticar este tipo de dieta intercalada, com qualquer outra dieta que faça. Só trará benefícios para a sua saúde.

Vitaminas

São compostos orgânicos, que não podem ser sintetizados pelo organismo. Encontram-se em pequenas quantidades na maioria dos alimentos. São essenciais para o bom funcionamento de processos fisiológicos do corpo. São substâncias extremamente frágeis, podendo ser destruídas pelo calor, ácidos, luz e certos metais. 

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Suco de beterraba faz bem ao coração

Um copo de suco de beterraba pode fazer bem ao seu coração. Pessoas com pressão arterial elevada que beberam um copo da bebida  abaixaram sua pressão arterial por até 24 horas, de acordo com um pequeno estudo publicado hoje na revista Hypertension. Aliás muitos estudos já vem sendo feitos sobre esses sucos “super saudáveis” e cada vez mais espaço!
Recebi essa reportagem e trouxe uma parte para vocês. O suco de beterraba já vem sendo estudado mas agora começa a ser mostrado efeitos em pequeno e longo prazo!
Os vegetais que são ricos em compostos de nitratos, incluindo beterraba e seu suco, podem oferecer benefícios especiais para pessoas com pressão arterial elevada.No organismo, nitratos de alimentos são convertidos em nitritos e depois, em óxido nítrico. Este gás se expande os vasos sanguíneos, o que melhora o fluxo sanguíneo e diminui a pressão arterial.
No estudo, 15 adultos com hipertensão estágio 1 – definida como pressão arterial sistólica entre 140 e 159 milímetros de mercúrio (mm Hg) – beberam cerca de 8oz (ou aproximadamente 240ml)  de suco de beterraba ou a mesma quantidade de água com baixo teor de nitrato e teve seu sangue pressão monitorada durante as próximas 24 horas. Um copo de suco de beterraba tem aproximadamente o mesmo teor de nitrato em duas beterrabas inteiras.
A boa notícia é que você não precisa comer ou tomar apenas beterrabas! Existem outras fontes de nitritos na naturesa como as folhas verdes escuras! Alguns estudos têm levantado preocupações sobre uma possível ligação entre nitratos e nitritos em carnes processadas e cânceres gastrointestinais, mas  não há motivo para se alarmar sobre os nitratos encontrados nos vegetais. Nitratos e nitritos, embora não cancerígenos por conta própria, podem combinar com compostos de proteínas no intestino na forma de nitrosaminas, algumas das quais são relacionadas ao câncer em seres humanos. No entanto, os vegetais também conter antioxidantes, tais como vitamina C, que bloqueiam a formação de nitrosaminas. Amo o que um dos pesquisadores diz: A natureza proporcionou uma forma de gerar os benefícios do óxido nítrico, sem o risco de formação de nitrosaminas estes compostos. 


A importância da água

Como todos nós sabemos, água é indispensável à vida! Realiza funções fundamentais para o nosso corpo: dissolve e transporta as substâncias nutritivas até aos tecidos, combate as substâncias nocivas, elimina resíduos metabólicos do organismo, drenando toxinas (como por exemplo ácido úrico e ureia) e… saiba mais, siga a hiperligação em baixo.

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Lecitina de soja

A nossa vida moderna é responsável por grande parte das doenças actuais, principalmente os distúrbios cardíacos (enfarto, angina de peito), aterosclerose, cálculo biliar, diabetes, obesidade, etc.. Esta preocupação obrigou o mundo científico a um trabalho de investigação para compreender e eventualmente eliminar o problema.
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Um resultado muito importante deste trabalho foi a descoberta da extraordinária propriedade contida no alimento conhecido desde há muito tempo: A Lecitina. Esta é uma substância nutritiva muito versátil, capaz de modificar de modo benéfico outras gorduras presentes no organismo. Para melhor compreendermos as propriedades da Lecitina, vamos abordar as gorduras e suas propriedades para mais claramente delinear o seu campo de acção.

Os lípidos (termo comum: gordura, que compreende naturalmente aqueles óleos que são gorduras em forma liquida e temperatura normal) são componentes essenciais na alimentação, pois fornecem energia em forma muito concentrada, vitaminas solúveis na gordura, vitaminas A, D, E, K, que dão sabor aos alimentos, que constituem um depósito de energia que é utilizado em situações de necessidade extrema e um contributo para a manutenção do calor corporal.

As gorduras dividem-se em saturadas e insaturadas. As primeiras são de origem animal e à temperatura normal apresentam-se densas e sólidas (manteiga, banha, margarina, etc.) e que tendem a elevar a taxa de colesterol no sangue.

As segundas subdividem-se, por sua vez, em monoinsaturadas e polinsaturadas.
As monoinsaturadas são neutras e não influenciam o nível de colesterol (azeite de oliveira). As polinsaturadas (ácidos linoleico e linolénico, ácido araquidónico são as principais) que são as gorduras mais importantes, reduzem o nível de colesterol, ao contrário das anteriores, e têm um papel muito importante em muitas funções essenciais dos órgãos vitais sendo, por outro lado, indispensáveis na produção de novas células. Estas gorduras apresentam-se moles, sendo em geral de origem vegetal ou extraídas do peixe (óleos de soja, de milho, de girassol, óleo de fígado de peixe).

A melhor e a mais rica fonte de gorduras polinsaturadas é a Lecitina, que as contém na forma de fosfolipidos prontas a serem utilizadas em muitas fases do metabolismo das gorduras e, de modo particular, do colesterol.

Falando de gorduras, faz-se aqui uma referência especial ao colesterol (do grego “chole” – bílis – sterol – sólido) e isto porque a sua taxa elevada é uma ameaça constante para o coração. Este maravilhoso músculo gordo bombeia durante a vida duma pessoa cerca de 200 milhões de litros de sangue que é composto de água e contendo corpúsculos e outras substâncias nutritivas, algumas das quais são insolúveis: uma destas é o já referido colesterol (presente em todas as gorduras animais, no leite, no queijo, na gema do ovo, na carne e nalguns peixes), que não vem emulsionado, que é mantido em suspensão, forma depósitos sólidos que se agarram às paredes das artérias, privando-as da elasticidade e tornando-as duras e rígidas.

Nestas condições, o normal fluxo de sangue é restringido, resultando a consequente aterosclerose que na sua forma mais ligeira provoca perda de memória, confusão mental e na forma mais grave provoca infecções cardíacas muitas vezes fatais. É neste ponto que se pode falar da Lecitina, das suas propriedades com a esperança de que venha a ser melhor compreendida.

A Lecitina é um alimento que faz parte de uma classe de substâncias semelhantes à gordura (chamadas fosfolipidos), sendo uma combinação de ácidos gordos (predominantemente essenciais) com fósforo e substâncias do tipo vitamínico (em particular a colina); é importante constatar, que muitos destes ácidos gordos não podem ser produzidos pelo organismo e por consequência, têm de ser nele introduzidos com a alimentação. Com o termo Lecitina indica-se um fosfolipido em particular (a fosfotidilcolina) e com o termo Lecitina de Soja deve-se compreender a totalidade dos fosfolipidos contidos na semente de soja (fosfatidilcolina e fosfatidilnositol) que se encontram entre os constituintes das células do organismo humano, onde assumem uma importante função biológica.

A lecitina é um alimento (e não um fármaco) com inúmeras propriedades que apenas podem ser apreciadas na globalidade na sua justa dimensão.

O corpo humano de facto é uma máquina muito complicada, onde milhões de substâncias são introduzidas (até mesmo o ar que respiramos) e que é preciso transformar, sintetizar, eliminar, etc.. Todas estas substâncias são interdependentes e a deficiência de uma só pode determinar o mau funcionamento de um ou mais dos complicados processos que ocorrem nas células e nos órgãos do corpo. A complexa transformação bioquímica que intervém no nosso organismo para fornecer energia, para a construção de células e tecidos, é chamada de metabolismo.

A Lecitina é muito importante para muitos destes processos metabólicos, especialmente no que diz respeito ao fígado (de que depende a conversão das gorduras numa forma que possa ser eficazmente utilizada) e ao sistema nervoso.

Para uma melhor orientação, parece-me importante sublinhar as propriedades mais características e apreciadas na lecitina de Soja e que se podem resumir em:

1 – Acção emulsionante (biológica) - Uma parte da molécula da Lecitina atrai as gorduras enquanto a outra parte atrai a água; deste modo, as gorduras como o Colesterol vão para o sangue quase solubilizadas em pequenas partículas que podem ser metabolizadas.

2 – Aumento da digestibilidade - A Lecitina aumenta a digestibilidade e a absorção das gorduras, favorecendo, entre outras, a assimilação e o aumento das vitaminas A, D, E. K.

3 – Redução de cálculos biliares - Estes são compostos, sobretudo, de Colesterol o qual a Lecitina contribui para manter em forma solúvel, reduzindo o risco de formação de cálculos na vesícula.

4 – Promove o bom funcionamento metabólico - Os ácidos gordos polinsaturados são úteis para um correcto funcionamento do nosso processo metabólico; a Lecitina é rica nestas gorduras que são mais activas que os ácidos gordos, oriundos de outras formas. Exemplo: Falta de ácido linoleico faz com que as plaquetas se aglomerem favorecendo a formação de trombos que obstruem a artéria (trombose).

5 – Sistema nervoso - A lecitina de Soja melhora o rendimento psico-nervoso das pessoas idosas.

6 – Regride a aterosclerose - Tomada regularmente em doses convenientes, por longos períodos, a Lecitina de Soja, tem a capacidade de fazer regredir alterações arterioscleróticas já instaladas (regressão das placas); isto é também válido para os casos de artéria parcialmente obstruída devido aos depósitos de gordura sólida insolúvel.

7 – Diminuição de Trigliceridos - A Lecitina de Soja controla também o nível de outras gorduras saturadas perigosas, em particular os Trigliceridos (matéria gorda produzida pelo organismo com grande facilidade quando se abusa do consumo do açúcar) que são retidos por causa da aterosclerose e das doenças coronárias, do mesmo modo que o Colesterol.

8 – Melhora os problemas cutâneos - Para a pele a Lecitina desenvolve uma acção nutriente e benéfica que é útil para o tratamento da pele seca, devido a eczema, bem ainda como em algumas formas de acne.

9 – Na dieta - este fosfolipido é importante pelo menos por duas razões: 1) Diferente das outras gorduras, a Lecitina é absorvida intacta, não sendo usada para a produção de energia; 2) Desta forma não há influência positiva da combustão, ou seja, do consumo das gorduras.

10 – Auxilio na diabetes - Para os diabéticos a Lecitina é útil uma vez que influencia favoravelmente os metabolismos lipídico e glicidico.

11 – Evita o fígado gordo – O fígado em estado de saúde perfeita prevê especialmente a produção de Lecitina, se por qualquer motivo limita a produção de Lecitina, não consegue mais queimar todas as gorduras que por este motivo se acabam por depositar nele. Esta situação é um risco muito grave para o organismo que pode ser evitada, tomando uma dose adequada de Lecitina ao mesmo tempo que os alimentos.

12 – Potenciador mental - Quem estiver sujeito a um super-trabalho físico ou mental que requeira uma elevada concentração, ou que sofra de diminuição da memória ou ainda que tenha um rendimento psico-nervoso pouco normal pode ser ajudado pela Lecitina de Soja, porquanto esta potencia, de um modo natural, as células nervosas, melhorando a eficiência mental.

13 – Propriedades Tónicas - Em muitos países (por exemplo na Alemanha) a Lecitina é usada pelas suas propriedades tónicas. Está demonstrado que os atletas se recompõem mais rapidamente do esforço quando tomam regularmente este fosfolipido.

Para concluir esta dissertação sobre a Lecitina de Soja: Tendo em consideração a total ausência de toxicidade ou efeitos colaterais típicos dos fármacos, pode-se afirmar que uma pequena dose de Lecitina na dieta é um hábito que todas as pessoas saudáveis deveriam ter; em muitas das afecções supra-citadas uma dose adequada de caso a caso, torna-se numa necessidade premente.

Cetona de Framboesa

O que é cetona de framboesa?
Cetona da framboesa é um componente aromático presente em framboesas e que lhe confere um cheiro característico.Porque a cetona de framboesa é utilizada na perda de peso?A cetona de framboesa apresenta as mesmas estruturas químicas semelhantes a outros compostos como a capsaicina e a sinefrina, têm atividade lipolítica – que provocaram a cisão de gordura - em ratos alimentados com uma dieta rica em gordura e em células de gordura in vitro.

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As cetonas de framboesa (raspberry ketone) têm um efeito termogénico no nosso corpo, ou seja aceleram o seu metabolismo, aumentando o gasto de energia, e ajudando a emagrecer.
Tem também a vantagem de ajudar a aumentar a massa magra, reduzindo a flacidez. De acordo com vários estudos, também contribuem para reduzir o colesterol, normalizar as glicémias (níveis de açúcar no sangue), reduzir a esteatose hepática (fígado gordo), e melhorar o aspeto da pele.
A sua popularidade deve-se principalmente ao tão mediático médico americano – Dr. Oz – que se referiu num programa televisivo às cetonas de framboesa, como “o milagre do emagrecimento embalado”.
As cetonas de framboesa têm um poderoso efeito antioxidante, e aumentam os níveis de uma hormona chamada adiponectina, que é libertada pelo tecido adiposo para a corrente sanguínea. As pessoas que sofrem de obesidade – paradoxalmente – têm níveis sanguíneos mais baixos de adiponectina (1), bem como as pessoas com diabetes tipo 2 (não insulinodependente) e com doença cardiovascular (2).
Esta hormona – a adiponectina – participa na regularização do metabolismo dos ácidos gordos (3), exercendo um poderoso efeito anti-inflamatório ao nível das artérias, reduzindo a insulinorresistência e aumentando a atuação da insulina, contribuindo para regularizar a glicémia (nível de açúcar no sangue), e reduzindo o risco do desenvolvimento da síndrome metabólica.
As cetonas de framboesa ao aumentarem a produção e a libertação de adiponectina, contribuem para o emagrecimento (4), para um aumento de energia, boa disposição e redução de apetite, constituindo uma ajuda eficaz para quem precisa de emagrecer.
A dose diária, presente na maioria dos suplementos de cetonas de framboesa, é de 200 mg por dia, o que significa que para obter esta quantidade de cetonas, teria de comer cerca de 100 quilos de framboesas (completamente impossível!). Existe em suplemento alimentar, na forma de cápsulas ou líquido, e pode ter associados outros componentes.
As cetonas de framboesa não devem ser tomadas por grávidas, lactantes, crianças, hipertensos, doentes bipolares, em situações de hipertiroidismo, e por pessoas com arritmias. Lembre-se sempre que “cada caso é um caso” e “o que faz a diferença entre um medicamento e um veneno é a dose”, como tal – visto que só tem um corpo – aconselhe-se com um especialista em nutrição – dietista ou nutricionista – antes de começar a tomar qualquer suplemento alimentar.
Resumindo, as cetonas de framboesa ajudam efetivamente no emagrecimento, mas para que realmente emagreça com saúde – e definitivamente – deverá seguir um plano alimentar adequado ao seu caso, e fazer alguma atividade física. Não existem “milagres embalados”! E se não tiver um acompanhamento nutricional adequado a si, e continuar a cometer os mesmos erros alimentares do passado, não existirão mudanças significativas.

As cetonas de framboesa (raspberry ketone) têm um efeito termogénico no nosso corpo, ou seja aceleram o seu metabolismo, aumentando o gasto de energia, e ajudando a emagrecer.

Tem também a vantagem de ajudar a aumentar a massa magra, reduzindo a flacidez. De acordo com vários estudos, também contribuem para reduzir o colesterol, normalizar as glicémias (níveis de açúcar no sangue), reduzir a esteatose hepática (fígado gordo), e melhorar o aspeto da pele.
A sua popularidade deve-se principalmente ao tão mediático médico americano – Dr. Oz – que se referiu num programa televisivo às cetonas de framboesa, como “o milagre do emagrecimento embalado”.
As cetonas de framboesa têm um poderoso efeito antioxidante, e aumentam os níveis de uma hormona chamada adiponectina, que é libertada pelo tecido adiposo para a corrente sanguínea. As pessoas que sofrem de obesidade – paradoxalmente – têm níveis sanguíneos mais baixos de adiponectina (1), bem como as pessoas com diabetes tipo 2 (não insulinodependente) e com doença cardiovascular (2).
Esta hormona – a adiponectina – participa na regularização do metabolismo dos ácidos gordos (3), exercendo um poderoso efeito anti-inflamatório ao nível das artérias, reduzindo a insulinorresistência e aumentando a atuação da insulina, contribuindo para regularizar a glicémia (nível de açúcar no sangue), e reduzindo o risco do desenvolvimento da síndrome metabólica.
As cetonas de framboesa ao aumentarem a produção e a libertação de adiponectina, contribuem para o emagrecimento (4), para um aumento de energia, boa disposição e redução de apetite, constituindo uma ajuda eficaz para quem precisa de emagrecer.
A dose diária, presente na maioria dos suplementos de cetonas de framboesa, é de 200 mg por dia, o que significa que para obter esta quantidade de cetonas, teria de comer cerca de 100 quilos de framboesas (completamente impossível!). Existe em suplemento alimentar, na forma de cápsulas ou líquido, e pode ter associados outros componentes.
As cetonas de framboesa não devem ser tomadas por grávidas, lactantes, crianças, hipertensos, doentes bipolares, em situações de hipertiroidismo, e por pessoas com arritmias. Lembre-se sempre que “cada caso é um caso” e “o que faz a diferença entre um medicamento e um veneno é a dose”, como tal – visto que só tem um corpo – aconselhe-se com um especialista em nutrição – dietista ou nutricionista – antes de começar a tomar qualquer suplemento alimentar.
Resumindo, as cetonas de framboesa ajudam efetivamente no emagrecimento, mas para que realmente emagreça com saúde – e definitivamente – deverá seguir um plano alimentar adequado ao seu caso, e fazer alguma atividade física. Não existem “milagres embalados”! E se não tiver um acompanhamento nutricional adequado a si, e continuar a cometer os mesmos erros alimentares do passado, não existirão mudanças significativas.

Os suplementos alimentares Como funcionam? Porque são indispensáveis? Quais são os mais úteis e para quê?


Médicos e nutricionistas não deixam de insistir para importância que tem uma dieta equilibrada e variada, para um bom estado de saúde geral, no entanto as condições de vida actuais fazem com que seja difícil de cumprir. Por isso, em certas circunstâncias, deveremos de tomar suplementos que completam a dieta nos casos em que o deficit é mais que provável.

Porque devemos tomar suplementos?
Basicamente por três razões que estão geralmente interligadas:
- porque os alimentos já não possuem a quantidade de nutrientes que era habitual;
- porque nas últimas décadas se têm modificado os hábitos alimentares e - porque a partir de certa idade decresce bruscamente a produção de determinadas substâncias que o nosso organismo fabrica.

Referente ao primeiro ponto, é do conhecimento de todos nós a exploração excessiva do solo agrícola, as culturas forçadas (em plástico, hidropónicos, etc.) o uso de pesticidas, adubos químicos, aceleradores de maturação ou amadurecimento em câmaras, a produção extensiva longe do que é natural (ruptura dos ciclos biológicos e circadianos dos animais, comida artificial, tratamento farmacológico, etc.) a contaminação ambiental e outro sem fim de causas, fizeram com que os alimentos se tenham vindo a empobrecer de nutrientes, vitaminas e minerais.

Assim um kiwi de cultivo forçado e hidropónico não tem nem a mínima parte de viatmina C que está descritas nos manuais e tabelas de alimentos. Nem sequer o tomate tem o aporte de licopeno que deveria, pelas mesmas razões; a gema de um ovo posto por uma galinha que viva numa exploração sem o ciclo do dia/noite e alimentada com comida artificial, carece praticamente da colina que era suposta; a carne de bovino já não contém o CLA (ácido linoleico conjugado) que tinha nos tempos em que o gado se alimentava de pastagens nos campos.

Já em 1998 a Academia Nacional de Ciências norte americana constatou que a alimentação dos americanos não continha nem as vitaminas, nem os nutrientes necessários para garantir uma boa saúde. Os estudos de projectos abrangentes, realizados em França e Holanda, sublinham que, actualmente, nem sequer uma alimentação mediterrânea variada e equilibrada, consegue só por si, proporcionar os aportes necessários de nutrientes fundamentais.

No que diz respeito ao segundo ponto, as modificações dos gostos gastronómicos eliminaram da dieta algumas das substâncias nutritivas que há algum tempo atrás ainda estavam incluídas. É o caso da fosfotidilserina (implicada no bom funcionamento cerebral, a memoria e as capacidades cognitivas), que antes entrava no organismo através da ingestão de miolos de cordeiro ou de porco, que se consumiam com regularidade, que pouco a pouco e com as noticias das vacas loucas, foram desaparecendo da nossa dieta. É o caso também dos Ómega-3 (protetores de acidentes cardiovasculares, anti-inflamatórios, fundamentais ao desenvolvimento neurológico do feto e um conjunto enorme de benefícios saudáveis). Não há muito tempo fazia-se um jantar de sardinhas em lata e com a progresso e o novo riquismo se deixaram de lado. È também o caso, e para terminar com outro exemplo, do magnésio (fundamental para a função normal de cálcio e de algumas enzimas imprescindíveis par o aproveitamento da energia) que continha o chocolate quente que durante anos, e durante gerações, foi o pequeno almoço e o lanche ideal.

Quanto ao último ponto, com o passar do tempo, os anos vão passando e a produção de certas substâncias fundamentais, como a melatonina ou a coenzima Q-10, caem abruptamente. Assim, é necessário fornecer ao organismo uma ajuda suplementar, dando-lhe aquilo que ele mais necessita e que começou a ser deficitário.

Visto isto, ficamos a saber que temos de ingerir a quantidade de nutrientes e substâncias com efeitos saudáveis e terapêuticos suficientes, para além de uma dieta variada e equilibrada, é necessário recorrer a suplementos alimentares que os contenham.

Os mais recomendáveis

Cálcio de coral marinho
Em qualquer idade é imprescindível tomar cálcio em quantidade suficiente para manter o crescimento, densidade e saúde dos ossos e dos dentes, mas a partir de certa idade esse requisito torna-se mais necessário, dado que com o passar dos anos os ossos vão perdendo densidade e ficam mais porosos, o que leva imediatamente ao risco de sofrer de osteoporose e por consequência luxações nos pulsos, coluna vertebral ou ancas.

Para além disso, a idade trás um outro problema paralelo que é a falta de capacidade de absorção e por isso é necessário um cálcio de qualidade e bastante assimilável, que basicamente e, como suplemento, se obtém do coral. Dentro das mais de duas mil variedades de coral que existem, o Sango, da ilha Japonesa de Okinawa, apresenta uma composição praticamente idêntica à do esqueleto humano, incluindo a hormona calcitonina, o que representa uma diferença substancial frente ao cálcio inorgânico ou sintético, já que neste caso a absorção é de 5% enquanto com o coral de Sango é mais de 85%.

Por outro lado, a sua presença no sangue é quase imediata, já no caso dos inorgânicos ou sintéticos, o tempo necessário para chegar ao fluxo sanguíneo são cerca de 20 horas. Além disso, o coral marinho contém mais 74 componentes úteis ao nosso organismo, tais como magnésio, crómio, zinco, selénio, iodo, bromo, molibdeno, cobre, níquel, sódio, potássio, vanádio, rubídio, césio e vitaminas D3, C e E.

Fosfatidilserina e fosfatidilcolina
A fosfatidilserina, um componente dos fosfolipidos, é o nutriente mais eficaz para a memória, dado que optimiza a transmissão nervosa entre células cerebrais. Ao mesmo tempo, outros estudos indicam que poderia ser um suplemento alimentar muito benéfico para as crianças que padecem de problemas de falta de atenção com hiperactividade.

De forma natural está presente nos miolos de bovino, na cavala, no coração de frango, no arenque, na enguia, embora em doses muito pequenas e não terapêuticas. No que respeita à fosfotidilcolina, ou lecitina, é um fosfolipido que actua como protector especifico do sistema nervoso e fonte essencial de colina, imprescindível para a formação da acetilcolina, um neurotransmissor fundamental nos processos de memorização e no correcto funcionamento das capacidades cognitivas, enquanto retardador da deterioração mental.

Já num estudo realizado com estudantes no principio da década de noventa e publicado na revista Clinical Neuropharmacology em 1993, comprovou-se que a ingestão de 25 gramas de fosfotidilcolina produzia melhoras na memória explicita aos 90 minutos depois da toma, evidenciando um maior impacto nos estudantes com pior rendimento habitualmente. As suas fontes alimentares são o fígado de vitela, a gema de ovo e a soja, mas como no caso da fosfotidilserina, em doses insuficientes e não terapêuticas.

Harpagofito
É uma substância anti-inflamatória e anti-reumática que se obtém do tubérculo de uma planta rasteira africana, Haspagophytum procumbens, popularmente conhecida como “Unha do diabo”, de folhas duras e carnosas, e flores de cor púrpura, que se cria em estado selvagem nos desertos africanos de Kalahari. Na sua composição destacam-se como princípios activos o haspagósido, a harpágida e o procumbido, com propriedades anti-reumáticas, anti-inflamatórias, analgésicas, anti-espasmódicas e digestivas, e que se recomenda em caso de artrites, reumatismo, traumatismos, artroses, osteoartrites da anca ou joelho, lumbago, ciática, dores musculares e de costas, tendinites, dores articulares devidas ao esforço, neuralgia, disfunções do fígado e da vesícula biliar, espasmos gastrointestinais, colesterol alto, gota e problemas prostáticos.

No inicio deste século, um estudo realizado pelo Dr. Chrubasik e publicado na prestigiosa revista cientifica especializada Rheumatology, e um outro estudo do professor Georgios Godolias, catedrático da Universidade alemã de Witten Herdecke, concluíram que o extrato de harpagofito era mais eficaz no tratamento das doenças reumáticas que os antireumáticos não esteroides que habitualmente se receitam, e para além disso não apresentavam efeitos secundários como estes últimos.

A importância de recorrer a este suplemento natural e sem efeitos secundários como o haspagofito, é sublinhada pelo facto de cada vez são mais as pessoas que sofrem de problemas no aparelho locomotor e os números não param de aumentar. Os dados confirmam que um em quatro adultos padece de uma doença reumática e a partir dos 65 anos essa relação aumenta para sete em cada dez, enquanto que um em cada cinco padece de lombalgia, sendo esta a primeira causa de incapacidade ou absentismo laboral na população com menos de 45 anos.

L-Arginina
É um aminoácido essencial durante a infância e a puberdade, dado que estimula a hormona de crescimento desde a hipófise. No entanto a partir da idade adulta, converte-se em semi-essencial, embora necessário para o crescimento, não o é para a manutenção. Junto com a glicina e a metionina, intervém como precursor da creatina, um metabolismo rico em energia, que se encontra fundamentalmente no músculo. Também é imprescindível para a produção da ureia, por sua vez necessária para a eliminação do amoníaco, tóxico para o organismo.

É eficaz contra a hipertensão, dado que actua como vasodilatador, dilata as artérias e reduz a pressão arterial em doentes hipertensos, especialmente quando derivada de diabetes tipo 2. Também é um precursor da potência sexual masculina, intervindo numa primeira fase da resposta erectiva, devido à sua acção sobre uma enzima que converte o óxido nítrico, gás que actua como vasodilatador dos corpos cavernosos do pénis, conseguindo assim manter a adequada capacidade eréctil.

É muito útil pela mesma acção vasodilatadora, em problemas que causam vasoconstrição, como a angina de peito, ateroesclerose, problemas nas artérias coronárias, insuficiência cardíaca ou dor de cabeça vascular; uma ajuda para melhorar o estado geral do sistema imunitário; um estupendo remédio contra as varizes e os processos varicosos, já que a sua acção vasodilatadora, aumenta o seu potencial estimulador do sistema circulatório e a produção de colagénio que favorece a elasticidade dos vasos.



L-Carnitina
Trata-se de uma substância bastante semelhante às vitaminas e que se assemelha aos aminoácidos, mas não é nem uma coisa, nem outra, visto que sintetiza no fígado, rins e cérebro a partir de dois aminoácidos essenciais, lisina e metionina, com a colaboração imprescindível de um mineral, o ferro e duas vitaminas, C e B6. Uma vez sintetizada a L-Carnitina actua como transportador entre as gorduras e os centros de reconversão energética, libertando energia em forma de ATP (trifosfato de adenosina), o que aumenta o fornecimento de energia para o músculo, diminui a formação de ácido lácteo e previne o aparecimento de dor, depois de esforço físico.

Também actua como um transportador de gorduras que impede que estas se acumulem nas paredes arteriais, ao mesmo tempo que ajuda a diminuir a concentração de colesterol no sangue e os trigliceridos, tudo o que o torna num perfeito protector cardiovascular. Faz com que essas gorduras sejam utilizadas como fonte energética e não fiquem armazenadas nas células do nosso organismo ou no tecido adiposo, e isto converte-a num adelgaçante e conversor de gordura em massa muscular, sempre que se tome meia hora antes de se fazer qualquer tipo de exercício. Finalmente, destacar que é benéfica para pessoas com problemas renais ou submetidas a tratamentos de diálise.

Melatonina
Neurohormona que produz a glândula pineal ou epifis, participa de maneira activa no ritmo circadiano e por consequência, na regulação correcta de distintas funções corporais e fisiológicas. A partir dos 30 anos de idade a sua produção começa a diminuir de maneira substancial, até que praticamente chega a ser nula.

Numerosos estudos demonstraram que é de grande eficácia para combater os efeitos indesejáveis do jet lag, o desfasamento de horários para quem viaja de avião entre continentes, melhorando o estado de alerta e diminuindo a sensação de fadiga habitual na chegada ao destino.

É muito útil para combater a insónia e melhorar a qualidade do sono, reduzindo a fase de latência, provocando a sensação de sonolência antes de se deitar, aumentando a duração do sono reparador e promovendo um despertar mais fresco e descansado. Possui também importantes efeitos antioxidantes, é mais efectiva na eliminação dos radicais livres que as vitaminas E e C para retardar o envelhecimento celular, e pode ajudar a reduzir gradualmente as doses de benzodiazepinas, como o diazepan ou o lorazepan (prescrito habitualmente como ansioliticos, anticonvulsionantes, sedativos, etc,) o que implicaria evitar os seus possíveis efeitos secundários, como sonolência, vertigens, hipotensão, mudanças na libido, etc.

Ómega-3
Os Ómega-3 são ácidos gordos polinsaturados, que estão presentes nos produtos vegetais, como ácidos gordos de cadeia curta o alfa-linoleico (ALA), tais como o azeite de colza, as nozes, os canónigos, o óleo de linho, os espinafres, ou a beldroega enquanto o ómega-3 animal, fundamentalmente peixe-azul, crustáceos e moluscos, se encontra em forma de ácidos gordos de cadeia larga, o o eicosapentaenoico (EPA) e ácidos docosahexanoico (DHA), e o docosapentaenoico (DPA).

O EPA é basicamente responsável directo pela saúde cardíaca e também tem propriedades anti-inflamatórias e anti-alergicas. O DHA tem um papel importantíssimo na saúde cerebral e na função visual, dai que seja fundamental durante a gestação e a partir de certa idade, para garantir a flexibilidade das células neurais. Por último, o DPA minimiza a agregação plaquetária e em consequência o risco de tromboses. É capaz de reparar lesões nos vasos sanguíneos, reduz significativamente a intolerância á glucose, diminui consideravelmente a síntese de substâncias pro-inflamatórias e evita a formação de ateromas.

Há que ter em conta que as fontes de ómega-3 se limitaram devido a advertências da OMS e dos organismos sanitários, logo que o risco de consumo de grandes peixes, como o atum, peixe espada, imperador, tubarão, ou cavala, pela existência nos espaços intermusculares de vestígios de mercúrio e outros metais pesados. Uma razão mais para tomar habitualmente suplementos ricos em Ómega-3, que, entre outros benefícios para o nossos organismo e pela sua capacidade de fluidificar o sangue, flexibilizar e manter limpas as artérias, diminuir o nível de triglicéridos, regular a pressão arterial e o ritmo cardíaco, protegem eficazmente de taquicardias, ataques cardíacos, enfarte, episódio ictal espontaneo e morte súbita, evitando também episódios de angina de peito ou enfarte.

Os Ómega-3 tornam mais flexíveis os glóbulos brancos, o que melhora a resistência ao frio e ao calor, baixam consideravelmente o risco de flebites, melhoram a função mental, e combatem os problemas de retenção de líquidos e celulite; bloqueiam eficazmente a produção de substâncias implicadas em dores articulares, o que os torna numa vantajosa alternativa aos anti-inflamatórios químicos que habitualmente se receitam para as artroses e que só conseguem acentuar o desgaste e a destruição articular programada pelo processo natural de envelhecimento.

São decisivos para manter a flexibilidade que garante o bom funcionamento e a manutenção das células neurais e que estabelecem conexões químicas que são essenciais para o equilíbrio das células do tecido nervoso, o que resulta numa inestimável ajuda para manter o bom ritmo cerebral e a saúde mental, evitando processos de depressão, agressividade e outras desordens neurológicas.

É um alimento imprescindível para o desenvolvimento neurológico e visão do feto e recém-nascido, especialmente o DHA, que tem uma influência decisiva no desenvolvimento cerebral e na capacidade visual (especialmente no que se refere à visão nocturna e periférica) do embrião e do recém-nascido, minimiza o risco de parto prematuro e de atrasos de crescimento no útero materno; devido à sua acção anti-inflamatória e à potenciação da função dos neurotransmissores, melhora de forma natural sintomas como a tristeza, a insónia, a falta de energia vital, a ansiedade, as baixas da libido, as tendências suicidas e a possibilidade da depressão pós-parto. É um remédio eficaz para a osteoporose dado que também previne os fenómenos inflamatórios ligados a esta doença. Demonstrou-se que remineraliza a cartilagem e favorece os factores anabólicos que permitem a formação e absorção óssea. São também uma boa ferramenta para a asma devido ao seu poder anti-inflamatório, o que limita consideravelmente os sintomas da doença, espaça as crises e faz com que sejam muito menos violentas; protege contra as alergias em geral e as suas manifestações cutâneas, como o eczema, e também muito importantes durante a gravidez e lactação, para que o bebé não desenvolva as tão comuns alergias ao pelo de gato, e aos ovos. Tem um papel essencial na saúde ocular em geral e previne a degradação macular associada à idade, uma doença que infelizmente afecta uma grande quantidade de pessoas e que em muitos casos leva pouco a pouco à cegueira.

Coenzima Q-10
Não é uma vitamina, nem um mineral, nem um aminoácido, mas é um nutriente essencial para alimentar as células e para que estas consigam ter um rendimento ótimo e imprescindível no mecanismo do metabolismo celular que converte o alimento em energia. A coenzima Q-10 atua como a faísca do detonador que inicia o processo para que a mitocondria celular produza eficazmente a energia que as células necessitam para realizar as suas funções vitais.

É um potente antioxidante liposolúvel, que combate eficazmente os efeitos perniciosos dos radicais livres no nosso organismo; vital para a saúde do coração, já que sem adequada acção da coenzima Q-10, as células recebem um impulso energético deficiente que danifica a função dos órgãos vitais como o coração, que precisa de um continuo e forte aporte energético para realizar o bombeamento correcto do sangue. Dá bons resultados no tratamento de problemas de obstrução arterial por efeito do colesterol, hipertensão, arritmia, angina de peito, e colapso da válvula mitral.

Tem efeitos benéficos sobre o sistema imunitário, embora a diferença de outros imunoestimulantes, a coenzima Q-10 não actua gerando um maior número de células e macrófagos, mas dotando-os de maior e melhor energia.
Pode ser um adelgaçante saudável, dado que melhora o metabolismo dos lipidos, o controlo celular ou metabólico do peso corporal, o que faz com que, seguindo uma dieta baixa em calorias, se incremente notavelmente o ritmo da perda de peso. A nível dentário, existe uma interessante protecção periodental e actua eficazmente em casos de gengivite e piorreia, problemas que não só são a causa mais frequente de perca de dentes, sem falar dos problemas graves que acarretam, como a dificuldade ou incapacidade de se alimentar, que abre portas a uma desnutrição, dores agudas e discriminação social associada à falta de higiene bucal.

Triptofano
O triptofano é um aminoácido essencial que actua como precurssor da seratonina, um dos neurotransmissores mais importantes do sistema nervoso humano, poque além de transmitir impulsos nervosos de uma célula para a outra, tem um papel importante no humor, a ansiedade, o sono, a dor, a conduta alimentar e o prazer sexual. Actua como sedativo e anti-depressivo natural sem o menor efeito secundário e sobre este assunto devemos recordar que a depressão põe em marcha um mecanismo de acções que provocam alterações de apetite, modifica os padrões do sono, incrementa a sensação de fadiga, incrementa a baixa da auto-estima, aumenta o sentimento de desespero, baixa o grau de produtividade e danifica gravemente a relação social.

Este suplemento natural actua como um verdadeiro ansiolitico; ajuda notavelmente a controlar os sintomas e as situações de tensão emocional incontrolada que advêm da tensão nervosa. É muito útil para combater o excesso de peso e a obesidade, sobretudo em casos muito frequentes em que existe um componente de ansiedade, por contribuir muito eficazmente para suprimir o desejo de consumir hidratos de carbono e doces, que resulta numa menor ingestão de calorias, e contribui para que se forme a vitamina B3 ou niacina, uma vitamina necessária para a produção de energia em células, no metabolismo dos ácidos gordos, a respiração dos tecidos e a eliminação das toxinas.

In Salud Total