Os suplementos alimentares Como funcionam? Porque são indispensáveis? Quais são os mais úteis e para quê?


Médicos e nutricionistas não deixam de insistir para importância que tem uma dieta equilibrada e variada, para um bom estado de saúde geral, no entanto as condições de vida actuais fazem com que seja difícil de cumprir. Por isso, em certas circunstâncias, deveremos de tomar suplementos que completam a dieta nos casos em que o deficit é mais que provável.

Porque devemos tomar suplementos?
Basicamente por três razões que estão geralmente interligadas:
- porque os alimentos já não possuem a quantidade de nutrientes que era habitual;
- porque nas últimas décadas se têm modificado os hábitos alimentares e - porque a partir de certa idade decresce bruscamente a produção de determinadas substâncias que o nosso organismo fabrica.

Referente ao primeiro ponto, é do conhecimento de todos nós a exploração excessiva do solo agrícola, as culturas forçadas (em plástico, hidropónicos, etc.) o uso de pesticidas, adubos químicos, aceleradores de maturação ou amadurecimento em câmaras, a produção extensiva longe do que é natural (ruptura dos ciclos biológicos e circadianos dos animais, comida artificial, tratamento farmacológico, etc.) a contaminação ambiental e outro sem fim de causas, fizeram com que os alimentos se tenham vindo a empobrecer de nutrientes, vitaminas e minerais.

Assim um kiwi de cultivo forçado e hidropónico não tem nem a mínima parte de viatmina C que está descritas nos manuais e tabelas de alimentos. Nem sequer o tomate tem o aporte de licopeno que deveria, pelas mesmas razões; a gema de um ovo posto por uma galinha que viva numa exploração sem o ciclo do dia/noite e alimentada com comida artificial, carece praticamente da colina que era suposta; a carne de bovino já não contém o CLA (ácido linoleico conjugado) que tinha nos tempos em que o gado se alimentava de pastagens nos campos.

Já em 1998 a Academia Nacional de Ciências norte americana constatou que a alimentação dos americanos não continha nem as vitaminas, nem os nutrientes necessários para garantir uma boa saúde. Os estudos de projectos abrangentes, realizados em França e Holanda, sublinham que, actualmente, nem sequer uma alimentação mediterrânea variada e equilibrada, consegue só por si, proporcionar os aportes necessários de nutrientes fundamentais.

No que diz respeito ao segundo ponto, as modificações dos gostos gastronómicos eliminaram da dieta algumas das substâncias nutritivas que há algum tempo atrás ainda estavam incluídas. É o caso da fosfotidilserina (implicada no bom funcionamento cerebral, a memoria e as capacidades cognitivas), que antes entrava no organismo através da ingestão de miolos de cordeiro ou de porco, que se consumiam com regularidade, que pouco a pouco e com as noticias das vacas loucas, foram desaparecendo da nossa dieta. É o caso também dos Ómega-3 (protetores de acidentes cardiovasculares, anti-inflamatórios, fundamentais ao desenvolvimento neurológico do feto e um conjunto enorme de benefícios saudáveis). Não há muito tempo fazia-se um jantar de sardinhas em lata e com a progresso e o novo riquismo se deixaram de lado. È também o caso, e para terminar com outro exemplo, do magnésio (fundamental para a função normal de cálcio e de algumas enzimas imprescindíveis par o aproveitamento da energia) que continha o chocolate quente que durante anos, e durante gerações, foi o pequeno almoço e o lanche ideal.

Quanto ao último ponto, com o passar do tempo, os anos vão passando e a produção de certas substâncias fundamentais, como a melatonina ou a coenzima Q-10, caem abruptamente. Assim, é necessário fornecer ao organismo uma ajuda suplementar, dando-lhe aquilo que ele mais necessita e que começou a ser deficitário.

Visto isto, ficamos a saber que temos de ingerir a quantidade de nutrientes e substâncias com efeitos saudáveis e terapêuticos suficientes, para além de uma dieta variada e equilibrada, é necessário recorrer a suplementos alimentares que os contenham.

Os mais recomendáveis

Cálcio de coral marinho
Em qualquer idade é imprescindível tomar cálcio em quantidade suficiente para manter o crescimento, densidade e saúde dos ossos e dos dentes, mas a partir de certa idade esse requisito torna-se mais necessário, dado que com o passar dos anos os ossos vão perdendo densidade e ficam mais porosos, o que leva imediatamente ao risco de sofrer de osteoporose e por consequência luxações nos pulsos, coluna vertebral ou ancas.

Para além disso, a idade trás um outro problema paralelo que é a falta de capacidade de absorção e por isso é necessário um cálcio de qualidade e bastante assimilável, que basicamente e, como suplemento, se obtém do coral. Dentro das mais de duas mil variedades de coral que existem, o Sango, da ilha Japonesa de Okinawa, apresenta uma composição praticamente idêntica à do esqueleto humano, incluindo a hormona calcitonina, o que representa uma diferença substancial frente ao cálcio inorgânico ou sintético, já que neste caso a absorção é de 5% enquanto com o coral de Sango é mais de 85%.

Por outro lado, a sua presença no sangue é quase imediata, já no caso dos inorgânicos ou sintéticos, o tempo necessário para chegar ao fluxo sanguíneo são cerca de 20 horas. Além disso, o coral marinho contém mais 74 componentes úteis ao nosso organismo, tais como magnésio, crómio, zinco, selénio, iodo, bromo, molibdeno, cobre, níquel, sódio, potássio, vanádio, rubídio, césio e vitaminas D3, C e E.

Fosfatidilserina e fosfatidilcolina
A fosfatidilserina, um componente dos fosfolipidos, é o nutriente mais eficaz para a memória, dado que optimiza a transmissão nervosa entre células cerebrais. Ao mesmo tempo, outros estudos indicam que poderia ser um suplemento alimentar muito benéfico para as crianças que padecem de problemas de falta de atenção com hiperactividade.

De forma natural está presente nos miolos de bovino, na cavala, no coração de frango, no arenque, na enguia, embora em doses muito pequenas e não terapêuticas. No que respeita à fosfotidilcolina, ou lecitina, é um fosfolipido que actua como protector especifico do sistema nervoso e fonte essencial de colina, imprescindível para a formação da acetilcolina, um neurotransmissor fundamental nos processos de memorização e no correcto funcionamento das capacidades cognitivas, enquanto retardador da deterioração mental.

Já num estudo realizado com estudantes no principio da década de noventa e publicado na revista Clinical Neuropharmacology em 1993, comprovou-se que a ingestão de 25 gramas de fosfotidilcolina produzia melhoras na memória explicita aos 90 minutos depois da toma, evidenciando um maior impacto nos estudantes com pior rendimento habitualmente. As suas fontes alimentares são o fígado de vitela, a gema de ovo e a soja, mas como no caso da fosfotidilserina, em doses insuficientes e não terapêuticas.

Harpagofito
É uma substância anti-inflamatória e anti-reumática que se obtém do tubérculo de uma planta rasteira africana, Haspagophytum procumbens, popularmente conhecida como “Unha do diabo”, de folhas duras e carnosas, e flores de cor púrpura, que se cria em estado selvagem nos desertos africanos de Kalahari. Na sua composição destacam-se como princípios activos o haspagósido, a harpágida e o procumbido, com propriedades anti-reumáticas, anti-inflamatórias, analgésicas, anti-espasmódicas e digestivas, e que se recomenda em caso de artrites, reumatismo, traumatismos, artroses, osteoartrites da anca ou joelho, lumbago, ciática, dores musculares e de costas, tendinites, dores articulares devidas ao esforço, neuralgia, disfunções do fígado e da vesícula biliar, espasmos gastrointestinais, colesterol alto, gota e problemas prostáticos.

No inicio deste século, um estudo realizado pelo Dr. Chrubasik e publicado na prestigiosa revista cientifica especializada Rheumatology, e um outro estudo do professor Georgios Godolias, catedrático da Universidade alemã de Witten Herdecke, concluíram que o extrato de harpagofito era mais eficaz no tratamento das doenças reumáticas que os antireumáticos não esteroides que habitualmente se receitam, e para além disso não apresentavam efeitos secundários como estes últimos.

A importância de recorrer a este suplemento natural e sem efeitos secundários como o haspagofito, é sublinhada pelo facto de cada vez são mais as pessoas que sofrem de problemas no aparelho locomotor e os números não param de aumentar. Os dados confirmam que um em quatro adultos padece de uma doença reumática e a partir dos 65 anos essa relação aumenta para sete em cada dez, enquanto que um em cada cinco padece de lombalgia, sendo esta a primeira causa de incapacidade ou absentismo laboral na população com menos de 45 anos.

L-Arginina
É um aminoácido essencial durante a infância e a puberdade, dado que estimula a hormona de crescimento desde a hipófise. No entanto a partir da idade adulta, converte-se em semi-essencial, embora necessário para o crescimento, não o é para a manutenção. Junto com a glicina e a metionina, intervém como precursor da creatina, um metabolismo rico em energia, que se encontra fundamentalmente no músculo. Também é imprescindível para a produção da ureia, por sua vez necessária para a eliminação do amoníaco, tóxico para o organismo.

É eficaz contra a hipertensão, dado que actua como vasodilatador, dilata as artérias e reduz a pressão arterial em doentes hipertensos, especialmente quando derivada de diabetes tipo 2. Também é um precursor da potência sexual masculina, intervindo numa primeira fase da resposta erectiva, devido à sua acção sobre uma enzima que converte o óxido nítrico, gás que actua como vasodilatador dos corpos cavernosos do pénis, conseguindo assim manter a adequada capacidade eréctil.

É muito útil pela mesma acção vasodilatadora, em problemas que causam vasoconstrição, como a angina de peito, ateroesclerose, problemas nas artérias coronárias, insuficiência cardíaca ou dor de cabeça vascular; uma ajuda para melhorar o estado geral do sistema imunitário; um estupendo remédio contra as varizes e os processos varicosos, já que a sua acção vasodilatadora, aumenta o seu potencial estimulador do sistema circulatório e a produção de colagénio que favorece a elasticidade dos vasos.



L-Carnitina
Trata-se de uma substância bastante semelhante às vitaminas e que se assemelha aos aminoácidos, mas não é nem uma coisa, nem outra, visto que sintetiza no fígado, rins e cérebro a partir de dois aminoácidos essenciais, lisina e metionina, com a colaboração imprescindível de um mineral, o ferro e duas vitaminas, C e B6. Uma vez sintetizada a L-Carnitina actua como transportador entre as gorduras e os centros de reconversão energética, libertando energia em forma de ATP (trifosfato de adenosina), o que aumenta o fornecimento de energia para o músculo, diminui a formação de ácido lácteo e previne o aparecimento de dor, depois de esforço físico.

Também actua como um transportador de gorduras que impede que estas se acumulem nas paredes arteriais, ao mesmo tempo que ajuda a diminuir a concentração de colesterol no sangue e os trigliceridos, tudo o que o torna num perfeito protector cardiovascular. Faz com que essas gorduras sejam utilizadas como fonte energética e não fiquem armazenadas nas células do nosso organismo ou no tecido adiposo, e isto converte-a num adelgaçante e conversor de gordura em massa muscular, sempre que se tome meia hora antes de se fazer qualquer tipo de exercício. Finalmente, destacar que é benéfica para pessoas com problemas renais ou submetidas a tratamentos de diálise.

Melatonina
Neurohormona que produz a glândula pineal ou epifis, participa de maneira activa no ritmo circadiano e por consequência, na regulação correcta de distintas funções corporais e fisiológicas. A partir dos 30 anos de idade a sua produção começa a diminuir de maneira substancial, até que praticamente chega a ser nula.

Numerosos estudos demonstraram que é de grande eficácia para combater os efeitos indesejáveis do jet lag, o desfasamento de horários para quem viaja de avião entre continentes, melhorando o estado de alerta e diminuindo a sensação de fadiga habitual na chegada ao destino.

É muito útil para combater a insónia e melhorar a qualidade do sono, reduzindo a fase de latência, provocando a sensação de sonolência antes de se deitar, aumentando a duração do sono reparador e promovendo um despertar mais fresco e descansado. Possui também importantes efeitos antioxidantes, é mais efectiva na eliminação dos radicais livres que as vitaminas E e C para retardar o envelhecimento celular, e pode ajudar a reduzir gradualmente as doses de benzodiazepinas, como o diazepan ou o lorazepan (prescrito habitualmente como ansioliticos, anticonvulsionantes, sedativos, etc,) o que implicaria evitar os seus possíveis efeitos secundários, como sonolência, vertigens, hipotensão, mudanças na libido, etc.

Ómega-3
Os Ómega-3 são ácidos gordos polinsaturados, que estão presentes nos produtos vegetais, como ácidos gordos de cadeia curta o alfa-linoleico (ALA), tais como o azeite de colza, as nozes, os canónigos, o óleo de linho, os espinafres, ou a beldroega enquanto o ómega-3 animal, fundamentalmente peixe-azul, crustáceos e moluscos, se encontra em forma de ácidos gordos de cadeia larga, o o eicosapentaenoico (EPA) e ácidos docosahexanoico (DHA), e o docosapentaenoico (DPA).

O EPA é basicamente responsável directo pela saúde cardíaca e também tem propriedades anti-inflamatórias e anti-alergicas. O DHA tem um papel importantíssimo na saúde cerebral e na função visual, dai que seja fundamental durante a gestação e a partir de certa idade, para garantir a flexibilidade das células neurais. Por último, o DPA minimiza a agregação plaquetária e em consequência o risco de tromboses. É capaz de reparar lesões nos vasos sanguíneos, reduz significativamente a intolerância á glucose, diminui consideravelmente a síntese de substâncias pro-inflamatórias e evita a formação de ateromas.

Há que ter em conta que as fontes de ómega-3 se limitaram devido a advertências da OMS e dos organismos sanitários, logo que o risco de consumo de grandes peixes, como o atum, peixe espada, imperador, tubarão, ou cavala, pela existência nos espaços intermusculares de vestígios de mercúrio e outros metais pesados. Uma razão mais para tomar habitualmente suplementos ricos em Ómega-3, que, entre outros benefícios para o nossos organismo e pela sua capacidade de fluidificar o sangue, flexibilizar e manter limpas as artérias, diminuir o nível de triglicéridos, regular a pressão arterial e o ritmo cardíaco, protegem eficazmente de taquicardias, ataques cardíacos, enfarte, episódio ictal espontaneo e morte súbita, evitando também episódios de angina de peito ou enfarte.

Os Ómega-3 tornam mais flexíveis os glóbulos brancos, o que melhora a resistência ao frio e ao calor, baixam consideravelmente o risco de flebites, melhoram a função mental, e combatem os problemas de retenção de líquidos e celulite; bloqueiam eficazmente a produção de substâncias implicadas em dores articulares, o que os torna numa vantajosa alternativa aos anti-inflamatórios químicos que habitualmente se receitam para as artroses e que só conseguem acentuar o desgaste e a destruição articular programada pelo processo natural de envelhecimento.

São decisivos para manter a flexibilidade que garante o bom funcionamento e a manutenção das células neurais e que estabelecem conexões químicas que são essenciais para o equilíbrio das células do tecido nervoso, o que resulta numa inestimável ajuda para manter o bom ritmo cerebral e a saúde mental, evitando processos de depressão, agressividade e outras desordens neurológicas.

É um alimento imprescindível para o desenvolvimento neurológico e visão do feto e recém-nascido, especialmente o DHA, que tem uma influência decisiva no desenvolvimento cerebral e na capacidade visual (especialmente no que se refere à visão nocturna e periférica) do embrião e do recém-nascido, minimiza o risco de parto prematuro e de atrasos de crescimento no útero materno; devido à sua acção anti-inflamatória e à potenciação da função dos neurotransmissores, melhora de forma natural sintomas como a tristeza, a insónia, a falta de energia vital, a ansiedade, as baixas da libido, as tendências suicidas e a possibilidade da depressão pós-parto. É um remédio eficaz para a osteoporose dado que também previne os fenómenos inflamatórios ligados a esta doença. Demonstrou-se que remineraliza a cartilagem e favorece os factores anabólicos que permitem a formação e absorção óssea. São também uma boa ferramenta para a asma devido ao seu poder anti-inflamatório, o que limita consideravelmente os sintomas da doença, espaça as crises e faz com que sejam muito menos violentas; protege contra as alergias em geral e as suas manifestações cutâneas, como o eczema, e também muito importantes durante a gravidez e lactação, para que o bebé não desenvolva as tão comuns alergias ao pelo de gato, e aos ovos. Tem um papel essencial na saúde ocular em geral e previne a degradação macular associada à idade, uma doença que infelizmente afecta uma grande quantidade de pessoas e que em muitos casos leva pouco a pouco à cegueira.

Coenzima Q-10
Não é uma vitamina, nem um mineral, nem um aminoácido, mas é um nutriente essencial para alimentar as células e para que estas consigam ter um rendimento ótimo e imprescindível no mecanismo do metabolismo celular que converte o alimento em energia. A coenzima Q-10 atua como a faísca do detonador que inicia o processo para que a mitocondria celular produza eficazmente a energia que as células necessitam para realizar as suas funções vitais.

É um potente antioxidante liposolúvel, que combate eficazmente os efeitos perniciosos dos radicais livres no nosso organismo; vital para a saúde do coração, já que sem adequada acção da coenzima Q-10, as células recebem um impulso energético deficiente que danifica a função dos órgãos vitais como o coração, que precisa de um continuo e forte aporte energético para realizar o bombeamento correcto do sangue. Dá bons resultados no tratamento de problemas de obstrução arterial por efeito do colesterol, hipertensão, arritmia, angina de peito, e colapso da válvula mitral.

Tem efeitos benéficos sobre o sistema imunitário, embora a diferença de outros imunoestimulantes, a coenzima Q-10 não actua gerando um maior número de células e macrófagos, mas dotando-os de maior e melhor energia.
Pode ser um adelgaçante saudável, dado que melhora o metabolismo dos lipidos, o controlo celular ou metabólico do peso corporal, o que faz com que, seguindo uma dieta baixa em calorias, se incremente notavelmente o ritmo da perda de peso. A nível dentário, existe uma interessante protecção periodental e actua eficazmente em casos de gengivite e piorreia, problemas que não só são a causa mais frequente de perca de dentes, sem falar dos problemas graves que acarretam, como a dificuldade ou incapacidade de se alimentar, que abre portas a uma desnutrição, dores agudas e discriminação social associada à falta de higiene bucal.

Triptofano
O triptofano é um aminoácido essencial que actua como precurssor da seratonina, um dos neurotransmissores mais importantes do sistema nervoso humano, poque além de transmitir impulsos nervosos de uma célula para a outra, tem um papel importante no humor, a ansiedade, o sono, a dor, a conduta alimentar e o prazer sexual. Actua como sedativo e anti-depressivo natural sem o menor efeito secundário e sobre este assunto devemos recordar que a depressão põe em marcha um mecanismo de acções que provocam alterações de apetite, modifica os padrões do sono, incrementa a sensação de fadiga, incrementa a baixa da auto-estima, aumenta o sentimento de desespero, baixa o grau de produtividade e danifica gravemente a relação social.

Este suplemento natural actua como um verdadeiro ansiolitico; ajuda notavelmente a controlar os sintomas e as situações de tensão emocional incontrolada que advêm da tensão nervosa. É muito útil para combater o excesso de peso e a obesidade, sobretudo em casos muito frequentes em que existe um componente de ansiedade, por contribuir muito eficazmente para suprimir o desejo de consumir hidratos de carbono e doces, que resulta numa menor ingestão de calorias, e contribui para que se forme a vitamina B3 ou niacina, uma vitamina necessária para a produção de energia em células, no metabolismo dos ácidos gordos, a respiração dos tecidos e a eliminação das toxinas.

In Salud Total

Tomar suplementos é bom para si!


É cada vez mais reconhecido que a dieta e a nutrição têm um papel importante na manutenção de uma boa saúde e na prevenção das doenças, e que os suplementos alimentares são uma fonte natural de nutrientes essenciais. No entanto, recentemente tem havido alguma preocupação sobre os efeitos secundários de tomar doses elevadas de suplementos.

Um novo estudo publicado no Nutrition Journal demonstra que aqueles que tomam mais suplementos, são mais saudáveis do que os que tomam a quantidade básica de multivitaminas e minerais ou mesmo nenhum tipo de suplementos.

A investigação descobriu que o uso prolongado de muitos suplementos alimentares; tais como vitaminas do complexo B, vitamina C, D e E, zinco, ácidos gordos essenciais (por exemplo: ómega 3, 6 e 9), probióticos, lecitina, coenzima Q10, glucosamina, alho, sabal serrulata, e outras plantas, faziam com que a pressão sanguínea fosse menor, menores níveis de homocisteina, níveis de colesterol mais favoráveis e um menor risco de doenças cardiovasculares e diabetes do que os que não tomavam suplementos ou só tomavam uma dose básica de multivitaminas e minerais.

Prevenir doenças para uma melhor saúde

revenir doenças: A pessoa sensata vê o perigo e se esconde. Algumas medidas deprevenção de doenças e precaução podem ajudá-lo a evitar muitas doenças, sofrimento, perda de tempo e de dinheiro em tratamentos demorados e dolorosos. Lembre-se a prevenção é sempre a melhor solução. Então, proteja a sua saúde prevenindo doenças com as dicas que lhe vamos dar.

Prevenir doenças: mantenha a higiene

Uma das maneiras de prevenir doenças é cuidar da sua higiene. Comentando a importância de lavar as mãos, o Ministério da Saúde do Brasil diz que: “esse acto simples e barato pode evitar a contaminação de muitas doenças”. Acredita-se que 80% das infecções são transmitidas por mãos sujas.

Então, lave-as várias vezes ao dia, especialmente antes de comer, preparar alimentos, fazer um curativo ou tocar numa ferida; também depois de tocar num animal, usar a casa de banho ou até mesmo trocar a fralda de um bebé.

Água e sabão são mais eficientes que os higienizadores à base de álcool. As crianças são mais saudáveis quando os pais as ensinam a lavar as mãos e a não tocar na boca e nos olhos como forma de prevenir doenças.

Tomar banho todo dia e trocar as roupas pessoais e de cama com frequência também contribui para uma saúde melhor e prevenir doenças.

Prevenir doenças: doenças infecciosas

Evite contacto físico muito próximo ou compartilhar talheres e copos com alguém que está resfriado ou gripado, visto que a doença pode ser transmitida por meio de saliva e secreção nasal.

Doenças transmitidas pelo sangue, como hepatite B e C e HIV/Sida, são contraídas principalmente por contacto sexual, uso intravenoso de drogas e transfusões. Embora vacinas possam ajudar a prevenir muitas infecções, seria bom tomar certos cuidados ao ter contacto com um portador de doença infecciosa.

Cuidado com os insectos. Não se sente ou durma ao ar livre desprotegido quando mosquitos e outros insectos transmissores de doenças estão activos. Use mosquiteiro – especialmente na cama de crianças – e passe repelente de insectos.

Prevenir doenças: mantenha a casa limpa

Faça o máximo para manter a casa arrumada e limpa, por dentro e por fora. Não deixe acumular água em lugares onde mosquitos possam procriar. Lixo, sujeira, alimentos e resíduos descobertos atraem insectos e outros animais que podem transmitir doenças.

Se não houver um vaso sanitário, construa uma latrina simples em vez de fazer as suas necessidades no mato. Mantenha-a coberta para não atrair moscas, que transmitem agentes causadores de infecções oculares e outras doenças.

Prevenir doenças: proteja-se de acidentes

Respeite as leis de segurança no trabalho e ao andar de bicicleta, motocicleta ou carro. Certifique-se de que o seu veículo esteja em condições seguras antes de o conduzir. Use roupas e equipamentos de protecção, como óculos e sapatos de segurança, capacete, cinto de segurança e protectores auriculares.

Não se exponha excessivamente ao sol, o que causa cancro e envelhecimento precoce da pele. Se você fuma, pare agora. Isto diminuirá bastante o risco de doenças cardiovasculares, cancro do pulmão e derrame cerebral.

Por último, a prevenção de doenças passa especialmente por manter o seu sistema imunitário saudável. As deficiências no sistema imunológico são as principais causadoras de doenças.

Prevenir doenças mantendo o sistema imunológico a funcionar correctamente é a melhor forma de ter uma melhor saúde.

Hábitos de vida saudável: alimente-se bem

Hábitos de vida saudável: “Coma comida. Não muita. Principalmente vegetais”. Essas palavras do escritor Michael Pollan resumem bem um conselho simples e que funciona. O que ele quis dizer com estas palavras? Comer demais é extremamente prejudicial à saúde, mas também é preciso saber o que comer.

Hábitos de vida saudável: coma alimentos frescos

Este é um dos primeiros hábitos de vida saudável a ter em consideração. Substitua os modernos alimentos processados por comida “de verdade”: produtos integrais e frescos, que as pessoas têm comido há milénios.

Alimentos pré-cozinhados industrializados e o chamado fast-food geralmente contém níveis altos de açúcar, sal e gordura, que contribuem para problemas cardíacos, derrame, câncer e outras doenças graves.

Em vez de fritar, experimente cozinhar a vapor, assar ou grelhar. Diminua a quantidade de sal e compense isso com ervas e outros temperos. Coma apenas carne bem cozida e nunca ingira alimentos estragados.

Hábitos de vida saudável: não coma demais

A Organização Mundial da Saúde (OMS) regista um perigoso aumento no mundo inteiro de pessoas que estão acima do peso e obesas em geral porque comem demais.

Uma pesquisa constatou que em partes da África “há mais crianças acima do peso do que desnutridas”. Crianças obesas correm risco de desenvolver, a curto ou a longo prazo, problemas de saúde, como a diabetes.

Pais, dêem um bom exemplo de hábitos de vida saudável aos seus filhos por comerem com moderação.

Hábitos de vida saudável: coma vegetais

Numa refeição balanceada, a proporção de frutas, legumes, verduras e grãos integrais deve ser maior que a de carne e carboidratos. Tente substituir carne vermelha por peixe uma ou duas vezes por semana.

Diminua a quantidade de alimentos refinados, como pão e arroz brancos e macarrão, que perdem muito de seu valor nutricional no processo de refinação. Mas, evite dietas da moda, que podem ser perigosas.

Pais, incutam hábitos de vida saudável para melhorar a saúde de seus filhos por ensiná-los a gostar de alimentos saudáveis. Por exemplo, nos intervalos entre as refeições, em vez de salgadinhos e doces, dêem a eles nozes, castanhas, frutas e legumes frescos e bem lavados.

Hábitos de vida saudável: ingira bastante líquido

Adultos e crianças precisam beber todo dia bastante água e outros líquidos não adocicados. Isso é ainda mais necessário em dias quentes e durante actividade física intensa.

Esses líquidos eliminam as toxinas do corpo, melhoram a pele e ajudam a digestão e perda de peso. Você terá uma sensação de bem-estar e sua aparência vai melhorar.

Evite o excesso de bebidas alcoólicas ou adocicadas. Uma lata de refrigerante por dia pode adicionar quase 7 kilos por ano ao seu peso.

Em alguns países, conseguir água potável é difícil e caro. Mas ela é vital. Água não potável precisa ser fervida ou tratada quimicamente. Acredita-se que água contaminada seja mais mortífera que guerras e terramotos.

Segundo estatísticas, 4 mil crianças morrem por dia por causa de água suja. Para os bebés, a OMS recomenda apenas o uso de leite materno nos primeiros meses de vida. Daí, outros alimentos podem ser acrescentados, mas a amamentação deve continuar no mínimo até aos 2 anos.

Estes são alguns dos hábitos de vida saudável que deve começar a colocar em práctica o quanto antes.

Dietas iô iô - porque não fazer-

Flutuações de peso
Ter alguns quilinhos a mais pode ser menos prejudicial do que viver permanentemente em dietas, que propiciem flutuações constantes no peso. É o chamado "iô-iô" do peso ou "Síndroma do iô-iô". Estas flutuações de peso podem ser tão ou mais nefastas que o excesso de peso inicial. Perdas e ganhos de peso consecutivos podem desencadear alterações do comportamento alimentar, diminuir o metabolismo basal dificultando ainda mais o controlo do peso a longo prazo e podem ainda originar problemas psicológicos, como a diminuição da auto-estima, sentimentos de fracasso e frustração.

As melhorias de saúde que a perda peso propicia, quando é bem conduzida, desvanecem-se com as flutuações de peso. O "Síndroma do iô-iô" pode mesmo agravar uma doença pré-existente, como no caso das doenças cardiovasculares, além de facilitar a acumulação de maiores quantidades de gordura com todos os prejuízos que daí resultam.

O problema do “iô-iô” advém, na maioria das vezes, de dietas selvagens, programas inadequados de actividade física e outras estratégias incorrectas e prejudiciais que são utilizadas com o fim de perder (muito) peso rapidamente. Nunca é demais lembrar que perdas rápidas de peso originam uma considerável perda de massa muscular, sobretudo quando não é praticada uma actividade física adequada e suficiente. Nestas dietas selvagens, muito restritivas e portanto insustentáveis a longo prazo, cedo se retomam os “maus velhos hábitos” e os indesejados quilos depressa regressam, às vezes em dobro. Como se isso não chegasse, devido à falta de exercício regular e ao tipo de dieta praticado, o peso ganho é sobretudo massa gorda. Conclusão tem mais peso e, pior, tem muito mais gordura, que gasta menos energia do que gastava a massa muscular perdida. Com o repetir deste ciclo de perdas e ganhos de peso as necessidades de energia são cada vez menores para manter o peso corporal e cada vez se torna mais difícil perder peso. As resistências físicas à perda de peso vão somar-se às resistências psicológicas de quem leva a vida em sucessivos fracassos.

Como evitar o "iô-iô"
Para evitar o síndroma do “iô-iô” não adira a programas enganosos, que prometem avultadas perdas de peso em pouco mais que alguns minutos. A perda de peso deve ser lenta e gradual, para que seja feita sobretudo à custa de gordura. Deve ter por base um plano alimentar equilibrado, moderadamente hipocalórico, sempre acompanhado de exercício físico regular, de forma a evitar o reganho de peso. Lembre-se que, na maioria das vezes, há reganho de peso, isto é, atinge-se um peso superior áquele com que se iniciou a dieta.
A modificação dos hábitos alimentares e de actividade física constitui a única maneira de emagrecer para toda a vida e não apenas até à próxima dieta!

Soja diminui risco e recorrência de cancro da mama

O consumo regular e moderado de soja pode ajudar a diminuir o risco de morte e recorrência de cancro nas mulheres que já sofreram de cancro da mama, revela um estudo publicado no “Journal of the American Medical Association”.

Nos últimos tempos tem sido debatida a hipótese de a soja estar associada a um aumento do risco de desenvolvimento de cancro da mama ou a um pior prognóstico para as mulheres que já tinham sido diagnosticadas com esta doença. Este debate foi provocado pelo facto de a soja ser um fitoestrogénio, o que significa que se pode comportar como uma forma mais fraca de estrogénio no organismo, uma hormona que se sabe estar envolvida no aumento do tecido mamário e no crescimento e proliferação do cancro da mama.

No entanto, segundo o autor deste estudo, Xiao Ou Shu, esta preocupação é infundada pois o que se constatou foi que a soja se liga aos receptores do estrogénio, provocando uma redução da disponibilidade do mesmo.

Para o estudo, os investigadores da Vanderbilt University Medical Center, em Tennessee, EUA, contaram com a participação de 5 mil mulheres chinesas que tinham sido diagnosticados com cancro de mama entre 2002 e 2006. As mulheres tinham entre 20 e 75 anos e, na altura do diagnóstico, a maioria delas encontrava-se na faixa etária dos 40 aos 60 anos.

As participantes foram inquiridas sobre o diagnóstico e tratamento do cancro, estilo de vida (incluindo alimentação) e progressão da doença, seis, 18, 36 e 60 meses após o diagnóstico.

Os investigadores constataram que, quando comparadas com as mulheres que consumiam menos de 5,3 g de soja por dia, as que tinham um consumo elevado apresentavam um risco de morte 29% menor e um risco 32% menor de recorrência do cancro.

Em comunicado de imprensa, a autora do estudo revelou que “houve uma resposta linear, e verificámos que quanto maior o consumo menor a mortalidade, até 11 g de proteína de soja”, acrescentando que o efeito benéfico estabilizava a partir 11 g de soja por dia.

Xiao Ou Shu afirmou ainda que “o consumo de soja tem demonstrado reduzir o risco de cancro da mama e pode também trazer benefícios cardiovasculares.” Assim, na opinião da investigadora, a soja pode ser considerada um componente importante de uma dieta saudável e deverá ser consumida a partir de fontes naturais e não a partir de alimentos processados.

In Saúde na Internet

Dieta Anti Ansiedade

O plano alimentar que a vai ajudar a perder peso e a evitar os momentos em que só lhe apetece «atacar» o frigorífico

É uma dieta, mas também um «apoio psi­cológico»: um plano completo e equilibrado que lhe permitirá perder peso de forma saudável.

A medicina e a nutrição dispõem de «armas» eficazes para ajudar as pessoas com excesso de peso. Não oferecem ainda uma fórmula má­gica contra a obesidade, mas con­seguem combatê-la de uma forma equilibrada, partindo da análise de factores como o estilo de vida da pessoa, o tipo de alimentação, o seu estado de saúde e de ânimo...

Com base nesta avaliação é também possível definir um plano alimentar que não só permita perder peso mas também impeça a progressão de um dos principais «sabotadores» de qualquer tipo de dieta - a ansiedade. Assim, com a ajuda da Nutricionista Inês Rocha, propomos-lhe uma dieta que lhe vai permitir emagre­cer sem padecer de ansiedade.

Avaliação integral

A estratégia começa na avaliação da história clínica do paciente. Parte-se de análises clínicas e de outros dados que permitam saber como se encontra a pessoa em ter­mos fisiológicos: se tem colesterol, como funciona o fígado... Paralela­mente, é importante averiguar se o paciente dorme bem, se padece de ansiedade ou passou por alguma experiência que o tenha levado a engordar. Trata-se de conhecer o paciente de um ponto de vista integral. «Uma pessoa que gosta de comer e beber não tem as mes­mas características de outra que "assalta" o frigorífico porque tem ataques de ansiedade».

Uma vez reunidas todas estas informações, é, então, definido um plano alimentar personalizado que actua de forma a devolver o equilíbrio ao organismo. «Costumo dizer aos meus pacientes que não se devem concentrar demasia­do nos números. Há meses em que se perde dois ou três quilos, noutros menos... O importante é ir reduzindo peso progressivamen­te e, sobretudo, que a pessoa se sinta bem durante o processo», adverte Inês Rocha. «Com uma dieta adequada, plena de vita­minas e nutrientes essenciais e cozinhando de uma forma simples mas saborosa consegue-se uma melhoria geral do organismo», explica a dietista.

Paralelamente, faculta-se ao paciente uma série de truques práticos que lhe permi­tem combater os temidos ataques de ansiedade, passíveis de arruinar qualquer dieta. Os resultados são, assim, visíveis não só a nível estético, mas tam­bém do ponto de vista físico, já que se consegue aumentar a energia, bem como a nível psicológico, uma vez que se combate a ansiedade.


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