Retenção de liquidos

Vamos abordar a retenção de liquidos e como tratar.
Retenção de líquido é um mal que atinge principalmente as mulheres, geralmente confundida com o aumento de peso, causa desconforto não só com a aparência como também é responsável pelas varizes, celulites, inchaço abdominal, e também por problemas como a acne, devido ao acúmulo não só de líquidos como também de toxinas.

Retenção de líquidos as causas mais conhecidas são alterações hormonais associadas ao ciclo menstrual, reação do corpo à altas temperaturas, mas a principal de todas é exagerar no sal. O sal é rico em sódio, que o corpo para diluir precisa contar com a ajuda da água. Ao consumir muito sal obrigamos o corpo a guardar toda a água que ingerimos. Por isso reduzir a quantidade de sal na dieta, ajuda a libertar o excesso de água do corpo.

Retenção de líquidos como evitar existem alguns cuidados que podemos tomar no dia a dia para diminuir e eliminar o acumular de líquidos no organismo. Mas se o problema persistir é indicado procurar orientação de um profissional na área de saúde.

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Um pequeno almoço saudável é muito importante.

Nunca é demais relembrar a importância do pequeno-almoço: recarrega o corpo com a energia necessária depois de uma noite de jejum, acelera o metabolismo, aclara e alerta a mente. Um bom pequeno-almoço é ainda o segredo para perder e manter peso: sabia que as pessoas que consomem 22 a 55% das suas calorias diárias na primeira refeição do dia não ganham mais de 770 gramas ao longo de 4 anos; e quem apenas consome 0 a 11% tem tendência a engordar cerca de 1,5 kg no mesmo período? Para aqueles que não sabem o que preparar ou estão cansados de comer o mesmo todas as manhãs, eis algumas sugestões para um pequeno-almoço saudável e saboroso.

Pão integral ou multicereais com tomate, alface, uma fatia de fiambre ou peru magro, um ovo cozido ou estrelado (sem óleo); servido com um sumo de fruta natural.
Pequeno-almoço parfait: numa taça coloque uma camada de iogurte magro, uma camada de fruta fresca triturada grosseiramente e outra camada de granola e/ou muesli.
Pão integral ou multicereais torrado com pouca manteiga, servido com um prato de fruta fresca (morangos, kiwis, laranjas, ananás, manga, banana, amoras, framboesas, mirtilos...), um chá ou copo de leite magro.
Panquecas integrais com iogurte natural e fruta fresca, ou com mel; servido com chá (sem açúcar) ou um copo de leite magro.
Batido de iogurte, fruta fresca e leite magro; servido com um muffin integral.
Taça de fruta fresca; servida com um pão integral e compota.
Waffles integrais, guarnecidos com iogurte natural e fruta fresca, xarope de ácer ou manteiga de amendoim; servido com chá ou café com leite magro (sem açúcar).
Tofu mexido com legumes congelados, servido com pão integral ou multicereais torrado e um sumo de fruta natural.
Taça de muesli com leite de soja e fruta fresca.
Tortilha integral quente com ovos mexidos, vegetais congelados, queijo ou fiambre magro, iogurte natural, fruta fresca, mel, xarope de ácer ou manteiga de amendoim; servido com um batido de frutas frescas.
Batido de iogurte, fruta congelada e leite de soja; servido com um pão integral torrado.
Omeleta de cogumelos, espinafres e queijo magro; servido com uma fatia de pão integral torrada e um sumo de fruta natural.
Papas de aveia quentes, servidas com fruta fresca, frutos secos ou nozes partidas e um copo de leite magro.
Batido de iogurte, fruta congelada e leite magro; servido com uma barra de cereais/granola.
Taça de fruta fresca; servida com um pão integral e queijo, fiambre ou peru magro.
Pão integral ou multicereais com fiambre magro, peru magro ou salmão fumado, acompanhado de fruta fresca fatiada e chá ou café com leite magro.
Taça de cereais integrais com leite magro e fruta fresca.
Uma barra de cereais ou de granola, uma peça de fruta e um copo de leite magro.



Ácidos gordos ómega 3 como adjuvantes no tratamento do doente oncológico

Os óleos de peixe têm mostrado ter efeitos benéficos em algumas doenças crónicas degenerativas como as doenças cardiovasculares, a artrite reumatóide, a diabetes, as doenças autoimunes e o cancro. Esses benefícios parecem ser devidos ao elevado teor em ácidos gordos polinsaturados ómega 3, como o ácido docosahexanóico (DHA) e o ácido eicosapentanóico (EPA).

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O DHA e o EPA, uma vez ingeridos e absorvidos, são incorporados nas membranas celulares, sob a forma livre ou integrados noutras estruturas. No entanto, ambas as formas, contribuem de modo substancial, para as propriedades físicas dessas membranas, ou seja, para a organização das mesmas, para a permeabilidade, para a elasticidade e para a formação de alguns compostos. Assim, tanto o DHA como o EPA são reconhecidos como nutrientes importantes na regulação do metabolismo.
Alguns investigadores já reconheceram a capacidade do DHA em influenciar alguns mecanismos  ligados à proliferação do cancro, na “morte” das células cancerígenas e na diferenciação das mesmas. O DHA terá, também, a capacidade de inibir a angiogénese (processo de formação e crescimento de novos vasos sanguíneos a partir de vasos pré-existentes e que é necessário à progressão do tumor), a invasão por células tumorais e na formação de metástases.
Segundo um trabalho de revisão publicado em maio deste ano, o DHA parece ter a capacidade de inibir a formação de metástases em animais, bem como a invasão e a migração em células cancerígenas em ambiente laboratorial. Parece, ainda, que a combinação entre DHA e os fármacos usados no tratamento ao cancro pode aumentar a eficácia tóxica do(s) fármaco(s) sobre a célula cancerígena, impedindo a resistência a esses fármacos, reduzindo as defesas  das células tumorais, fragilizando-as, e aumentar a captação do fármaco.
Apesar destes resultados encorajadores, ainda é necessário verificar se a suplementação com DHA pode melhorar a eficácia anti-metastática da quimioterapia e da radioterapia no tratamento do cancro em humanos.
Tendo em conta a complexidade que envolve o desenvolvimento de doença oncológica e a sobrevivência ao cancro, grande parte dos oncologistas considera que nenhuma terapêutica é suficiente, só por si, para tratar o cancro. Os dados apresentados sugerem que o DHA exerce uma atividade anticancerígena, mostrando ser um potencial adjuvante na quimioterapia, contribuindo, ainda, para evitar algumas das complicações secundárias associadas ao cancro, como a caquexia. Assim, o DHA, pela sua capacidade de aumentar a captação de fármacos, especialmente em células outrora resistentes a essas drogas, de aumentar a eficácia em criar um ambiente mais desfavorável (oxidante) às células cancerígenas e em favorecer a morte celular com algumas quimioterapias, é um possível adjuvante no tratamento do doente oncológico. Esperemos por mais estudos!
Referencias: Colomer R, Moreno-Nogueira J, García-Luna P et al.. N-3 fatty acids, cancer and cachexia: a systematic review of the literature. British Journal of Nutrition. 2007: 97(5): 823–831.; Merendino N, Costantini L, Manzi L, Molinari R, D’Eliseo D, Velotti F. Dietary w-3 Polyunsaturated Fatty Acid DHA: A Potential Adjuvant in the Treatment of Cancer. BioMed Research International. 2013; 2013:310186.; Siddiqui R, Harvey K, Xu Z, Bammerlin E, Walker C, Altenburg J. Docosahexaenoic acid: a natural powerful adjuvant that improves efficacy for anticancer treatmentwith no adverse effects. Biofactors. 2011; 37(6): 399–412.

Jogo da Memória

Gosta de jogos de memória? A Natiris criou um jogo de memória. veja aqui:
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4 maneiras para libertar gordura do corpo

Sabia que determinados alimentos podem realmente trabalhar para combater naturalmente a gordura corporal? Aprenda a fazer a sua dieta funcionar por si.

Nem sempre é preciso subtrair alimentos da sua dieta para alcançar resultados. Na verdade, adicionando alguns alimentos às suas refeições, vai ajudar a queimar gordura corporal, para que possa perder aqueles quilos teimosos.

Saiba mais aqui:
http://drnatiris.pt/4-maneiras-para-libertar-gordura-do-corpo/

Dieta Vegetariana

A alternativa verde, introduzida em diversos sectores de todo o mundo por razoes religiosas, éticas, de excesso de peso, ou simplesmente pelo cuidado com a saúde, é uma das mais expandidas e populares. Para uns, aqueles que a praticam “não estão bons da cabeça”, enquanto outros a aplaudem e pontificam. Por isso, é outra das mais discutidas e, com frequência, injustamente menosprezada.
Poder-se-á perguntar se pode viver sem carne, sem leite, ovos ou peixe, se a dieta vegetariana pode ser equilibrada e se constitui uma forma sadia de viver e, no nosso caso, de emagrecer. Os especialistas aprovam, desde que os alimentos sejam combinados correctamente e comidos em quantidades adequadas. Mas, o que é mais importante, com conhecimento acerca do que se faz.
Os vegetarianos seguem uma dieta formada basicamente por vegetais, que é complementada, conforme o tipo praticado, com alguns produtos de origem animal, como leite e lacticínios, mel, ovos, e até peixe. Mas, por outro lado, o vegetarianismo deve ser entendido como uma corrente filosófica baseada no respeito pelas diversas formas de vida, em especial a animal, e como uma forma de entender a saúde. Alguns chegam a declarar-se partidários de Buda ou Gandhi, pelo que o seu vegeterianismo tem raízes profundas. Como sistema dietético, pode ser correcto para as pessoas, sobretudo quando é complementado com lacticínios e ovos (ovolactovegetarianos). Mas algumas variantes, como o vegan ou o vegeterianismo levado à última expressão, podem revelar-se perigosas. As dietas vegetarianas, em geral contêm um fornecimento calórico reduzido de alimentos ricos em hidratos de carbono e fibra, mas são muito limitadas em proteínas, em especial de origem animal. Isto implica a limitação de alguns aminoácidos necessários e uma dose muito baixa de gorduras e, em contrapartida, elevada em hidratos de carbono de absorção lenta.
Existe uma série de normas que os que praticam estas dietas devem ter em conta: em primeiro lugar, a importância de cozinhar com azeite virgem, imprescindível para a dieta, como única fonte de energia e veiculo de vitaminas lipossolúveis, que garante o crescimento e desenvolvimento dos ossos. Por outro, é necessário realçar que na dieta vegetariana devem-se consumir proteínas – 60 ou 70g por dia – de origem vegetal, complementadas com algumas de origem animal, como lacticínios (uma vez por dia) e ovos (uma vez por semana). Assim, os vegetais que não contêm todas as proteínas com aminoácidos essenciais ver-se-ão complementados. Também se devem ingerir muitas frutas e verduras, incluindo os frutos secos e o mel, para manter diariamente os níveis mínimos de vitaminas, minerais e açúcares. Além disso, convém não esquecer que a carência grave de ferro pode ocorrer quando não se consome carne. Por isso, devem ingerir-se alimentos que o contenham, ainda na sua forma hemínica pouco assimilável, como o feijão, as lentilhas, o pão integral, o grão de bico, os espinafres e a soja, sempre acompanhados de uma boa dose de vitamina C para melhorar a sua absorção (sumos laranja, kiwi, etc.). Tendo sempre em mente que o café, o chá, ou o vinho contêm substâncias que dificultam a boa absorção deste mineral.
Em último lugar, a recomendação de apanhar sol regularmente, para garantir a vitamina D necessária. A levedura de cerveja, as pevides de girassol, as castanhas, as amêndoas, o pimentão, o alho, entre outros, fornecem vitaminas do complexo B. O acido fólico chega pela mão do feijão cozido, das avelãs, do amendoim torrado, etc., e a B12 dos cereais para o pequeno almoço, do queijo, do requeijão, do ovo cozido e do iogurte.
Devemos sempre lembrar-nos que uma dieta nunca invalida outra, e a variedade faz parte de um regime alimentar sadio. Portanto para quem não é vegetariano, pode optar por praticar este tipo de dieta intercalada, com qualquer outra dieta que faça. Só trará benefícios para a sua saúde.

Vitaminas

São compostos orgânicos, que não podem ser sintetizados pelo organismo. Encontram-se em pequenas quantidades na maioria dos alimentos. São essenciais para o bom funcionamento de processos fisiológicos do corpo. São substâncias extremamente frágeis, podendo ser destruídas pelo calor, ácidos, luz e certos metais. 

Leia mais em: http://drnatiris.pt/vitaminas/

Suco de beterraba faz bem ao coração

Um copo de suco de beterraba pode fazer bem ao seu coração. Pessoas com pressão arterial elevada que beberam um copo da bebida  abaixaram sua pressão arterial por até 24 horas, de acordo com um pequeno estudo publicado hoje na revista Hypertension. Aliás muitos estudos já vem sendo feitos sobre esses sucos “super saudáveis” e cada vez mais espaço!
Recebi essa reportagem e trouxe uma parte para vocês. O suco de beterraba já vem sendo estudado mas agora começa a ser mostrado efeitos em pequeno e longo prazo!
Os vegetais que são ricos em compostos de nitratos, incluindo beterraba e seu suco, podem oferecer benefícios especiais para pessoas com pressão arterial elevada.No organismo, nitratos de alimentos são convertidos em nitritos e depois, em óxido nítrico. Este gás se expande os vasos sanguíneos, o que melhora o fluxo sanguíneo e diminui a pressão arterial.
No estudo, 15 adultos com hipertensão estágio 1 – definida como pressão arterial sistólica entre 140 e 159 milímetros de mercúrio (mm Hg) – beberam cerca de 8oz (ou aproximadamente 240ml)  de suco de beterraba ou a mesma quantidade de água com baixo teor de nitrato e teve seu sangue pressão monitorada durante as próximas 24 horas. Um copo de suco de beterraba tem aproximadamente o mesmo teor de nitrato em duas beterrabas inteiras.
A boa notícia é que você não precisa comer ou tomar apenas beterrabas! Existem outras fontes de nitritos na naturesa como as folhas verdes escuras! Alguns estudos têm levantado preocupações sobre uma possível ligação entre nitratos e nitritos em carnes processadas e cânceres gastrointestinais, mas  não há motivo para se alarmar sobre os nitratos encontrados nos vegetais. Nitratos e nitritos, embora não cancerígenos por conta própria, podem combinar com compostos de proteínas no intestino na forma de nitrosaminas, algumas das quais são relacionadas ao câncer em seres humanos. No entanto, os vegetais também conter antioxidantes, tais como vitamina C, que bloqueiam a formação de nitrosaminas. Amo o que um dos pesquisadores diz: A natureza proporcionou uma forma de gerar os benefícios do óxido nítrico, sem o risco de formação de nitrosaminas estes compostos.