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Barriga inchada: 10 alimentos que acabam com o desconforto!

A barriga inchada pode ter várias causas mas o resultado que provoca é quase sempre o mesmo: desconforto e mal-estar. Os hábitos alimentares não saudáveis, acumulação de gases e retenção de líquidos são as principais razões que contribuem para o inchaço abdominal. Por isso, selecionámos 10...
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Nove coisas que não sabe sobre os sonhos


Quantas vezes acordou sem se lembrar do que estava a sonhar? Não se preocupe, acontece a toda a gente. Tal não significa que o cérebro não tenha estado em actividade. Dormir é sinónimo de sonhar e isso acontece sempre, independentemente de nos lembrarmos. Especialistas defendem que é durante a noite que o nosso cérebro processa e arruma a informação produzida durante o dia. O sono continua a ser uma das áreas mais desconhecidas da ciência, com mais perguntas do que respostas. Talvez por isso existam tantos mitos à volta dos sonhos. Veja estes nove.

Sonhamos a noite inteira?
REM significa Rapid Eye Movement e é o nome que se dá ao processo durante o qual ocorrem os sonhos mais vívidos. É também durante este período que a actividade cerebral mais se assemelha ao desempenho diurno. À medida que a noite avança, os períodos de REM tornam-se mais longos. Por isso é que a maioria dos sonhos ocorrem durante o último terço da noite.

Os animais têm sonhos?

A actividade cerebral acontece também fora do REM, o que permite chegar a algumas conclusões sobre como se dá este processo nos animais. De acordo com investigadores da Universidade da Califórnia, os mamíferos e algumas aves são capazes de ter uma experiência semelhante aos humanos. Ou seja, também podem sonhar.

O despertador faz esquecer os sonhos

Quando chega a hora de acordar, o despertador pode facilmente tornar-se o pior inimigo do sonho. Investigadores defendem que a forma ideal de recordar um sonho é acordar devagar.

As pessoas que recordam os sonhos têm uma actividade cerebral diferente

Segundo um estudo feito nos EUA, a zona temporoparietal é cerebralmente mais activa em quem se recorda melhor dos sonhos, comparando com quem guarda menos memórias do sono.

O corpo reage aos sonhos como se estivesse acordado

Quando sonhamos, a pressão arterial e a frequência cardíaca pode ser igual ou muito aproximada dos valores registados quando estamos acordados, e sujeitos a situações de stress, por exemplo. O que torna ainda mais reais os nossos sonhos.

Quanto tempo dura o sonho?

Varia em função do organismo e da actividade cerebral de cada pessoa. Em média, os sonhos podem durar entre 20 e 60 minutos, consoante o tempo de duração REM. À medida que a noite avança, este processo vai-se tornando mais longo.

Os pesadelos podem tornar-se reais

Um pesadelo pode ser uma experiência traumatizante. Segundo um estudo de 2014, em que foram analisados os sonos de 331 pessoas, concluiu-se que os pesadelos despertaram sentimentos de falhanço, preocupação, confusão, tristeza e culpa. O estudo revela ainda que os homens são mais propensos a sonhos violentos enquanto as mulheres sonham com conflitos nas relação amorosas.

Nos sonhos tudo é normal

Enquanto sonhamos, podemos ser quem quisermos, um animal, um objecto, qualquer coisa. Nada nos parece estranho. Quando acordamos, aí sim, percebemos como podem ser bizarros os nossos pensamentos. Mas não vale a pena procurar explicações racionais para o que não se explica, nem comparar o que somos durante o dia com o que somos nos sonhos.

Podemos morrer nos sonhos?

De certeza que já passou por isto: sonhar que morreu. E foi tão real que acordou com um misto de angústia e alívio, por saber que afinal tudo não passou de um maus sonho. Há quem acredite que um sonho de morte é um mau prenúncio para a vida real, mas os investigadores recusam esta teoria. Pode-se morrer num sonho, mas viver para contar a história.

Alimentação Saudável - Os erros da alimentação moderna

Quem cozinha ou decide a alimentação da família devia ter como lema principal esta frase tão querida dos nutricionistas:


“SOMOS O QUE COMEMOS”


E isto é importante para todos, jovens, velhos, crianças que devem ter em conta o que comem, a que horas, a quantidade de alimentos e a sua preparação.

Comer pode ser um prazer quando feito correctamente mas pode também ter um efeito dramático na nossa saúde e vida diária se esquecermos os elementos básicos de uma alimentação saudável e equilibrada.

Comemos para manter o metabolismo normal do nosso organismo, para nos mantermos activos, e fazer face ás necessidades da vida quotidiana. Mas os hábitos alimentares estão intimamente ligados ao nosso meio ambiente dependendo em grande parte da nossa cultura e tradições.

A influência do lugar onde nascemos tem muita importância na escolha dos alimentos. Todos sabemos por exemplo que os orientais têm uma vida mais longa graças ao tipo de dietas que seguem: a maioria da população alimenta-se à base de peixe, consome menos gorduras saturadas, fritos e açucares que os países mais industrializados em que as novas gerações estão cada vez mais habituadas ao «fast-food», batatas fritas, hambúrgueres, pizzas, etc. (num hambúrguer podemos encontrar mais de 30g de gordura saturada).

Cada um dos nossos músculos, cada um dos nossos órgãos, cada uma das nossas células é o reflexo da nossa alimentação. Se consumirmos alimentos sãos o nosso corpo será saudável e enérgico, se comermos alimentos poluídos e de má qualidade o corpo será frágil, vulnerável e doentio. A escolha é nossa!

Não é possível mantermo-nos em saúde e possuir uma silhueta esbelta se a nossa alimentação não é moderada e equilibrada. São poucas as pessoas que resistem nas mesas dos restaurantes ás travessas de batatas fritas, bem gordurosas e oleosas ou às taças de gelados recheados de açúcar e belos corantes.

A alimentação para ser equilibrada deve ser sã e o mais variada possível. E é esta variedade constante que deve ser a base da nossa alimentação quotidiana que nos permitirá comer de tudo para fazer face às necessidades do nosso organismo. Mas comer de tudo não quer dizer comer alimentos nocivos, alimentos industrializados, refinados, em excesso, nem em quantidades desmesuradas. A natureza brindou-nos com todos os nutrientes necessários e de forma variada, frutas, vegetais, legumes, leite, carne, leguminosas, etc.

Podem come-se todos os alimentos mas com moderação e uns com mais moderação do que outros. Por exemplo se abusarmos de um alimento que vai transformar-se em gordura, a gordura adicional que o nosso corpo não necessita, vai depositar-se em lugares errados e torna-se um perigo para a linha e para a nossa longevidade. Pode depositar-se nas nossas artérias, no coração ou criar depósitos no ventre levando-nos à obesidade e ás doenças do coração que são a causa principal de morte nos países industrializados.

O nosso organismos precisa de proteínas: um pouco de carne, soja, queijo ou leite fornecerão os aminoácidos essenciais e indispensáveis à vida bem como o cálcio para o esqueleto. Os ácidos gordos essenciais que o nosso corpo não pode sintetizar serão fornecidos pelos óleos vegetais (de pressão a frio) e um pouco de peixe. Mas o organismo tem essencialmente necessidade de bons legumes frescos, provenientes de culturas tradicionais, de frutos ricos em vitaminas e sais minerais e de fibras que favoreçam o trânsito intestinal, não esquecendo os cereais integrais tão ricos em fibra e enzimas.

Comer em demasia é um ataque à nossa saúde e um atentado ao equilíbrio alimentar. Quantas gorduras inestéticas e problemas de saúde não são devidos aos abusos alimentares e aos alimentos de má qualidade?

Esta tendência para abusar da alimentação é um dos grandes erros alimentares da nossa época e da civilização ocidental cujo desenvolvimento económico e planos de marketing forçam as populações a comprar cada vez mais, pois cada vez mais é preciso vender para equilibrar o orçamento dos grandes grupos económicos agro-alimentares.
- Actualmente consomem-se demasiados produtos animais especialmente carne.
- Abusa-se do sal que em excesso aumenta a pressão arterial e o risco de doenças cardiovasculares.
- O consumo de gorduras e açúcar aumenta constantemente.
- Consomem-se demasiados alimentos industrializados, refinados (farinhas, arroz, açúcar) privando a nossa alimentação de factores biológicos essenciais.
- Há uma abundância e facilidade de oferta de alimentos que outrora eram apenas de festa ou alturas festivas (charcutaria, fritos, carnes) o que leva a excessos alimentares.
- Diminuição do consumo de legumes e frutos, o que provoca grande carência de fibras (há crianças que nunca provaram ou comeram certos legumes e frutos).
- Abusos de excitantes: café, álcool e gorduras.
- Abusos de alimentos cozinhados com diminuição de alimentos crus (legumes, fruta, cereais).
- Deficiente variedade de refeições (há famílias que vivem de batata, arroz, bifes e salsichas).
- Diminuição do valor vital dos alimentos pelos métodos de cozedura modernos que utilizam temperaturas demasiado elevadas e campos magnéticos (fritadeiras, placas vitro-cerâmicas, micro-ondas).
- Utilização abusiva de alimentos sujeitos à poluição ambiental, ao abuso de pesticidas, herbicidas, nitratos, etc.

Uma pirâmide alimentar equilibrada deve comportar:
1- Quantidade suficiente de água.
2- Duas porções a escolher entre carne, peixe e ou um ovo proteínas vegetais.
3 – Três produtos lácteos.
4 – Quatro porções a escolher entre feculentos, cereais e leguminosas.
5 – Cinco a seis porções de fruta ou legumes.



Saúde Natural

A importância da Alimentação:

A Alimentação é uma das principais necessidades do ser humano.
Desde os tempos mais remotos que comer e beber são actos que fazem parte da vida, por vezes até um acto sagrado que nos liga à natureza da qual captamos força e energia.

Já no século IV A.C. Hipócrates ensinava aos seus alunos «Que o teu alimento seja o teu medicamento». Frase repetida milhares de vezes por todos os que pretendem atingir a saúde através de uma alimentação equilibrada. Para Hipócrates era já evidente a relação entre o alimento quotidiano e o estado de saúde.

Nos dias de hoje abundam alimentos nos mercados e supermercados, os restaurantes estão cheios, as pessoas parecem pecar mais por excesso de alimentação do que por falta dela.
E no entanto a saúde não pára de se degradar! Embora a esperança de vida aumente, as doenças não deixam de crescer alarmantemente vitimando e tocando todas as classes sociais, homens e mulheres, jovens e velhos, habitantes da cidade e do campo, adultos e crianças.

Qual será o denominador comum deste aumento vertiginoso das chamadas doenças da civilização?
A mudança dos hábitos alimentares? A poluição? A agricultura intensiva e industrializada? O consumo exagerado de alimentos refinados? O deficiente consumo de frutas e vegetais? O abuso dos amidos e açúcares refinados?

Sim tudo isto contribui certamente, mas o fenómeno mais inquietante foi sem dúvida a introdução de novas tecnologias em toda a cadeia alimentar. De há 150 anos até agora operou-se em a cadeia alimentar uma transformação completa, uma industrialização ao serviço do consumo e do lucro mas cada vez mais afastada das necessidades biológicas.
Agricultura de massa e intensiva utilizando e abusando de pesticidas e adubos químicos, refinação e branqueamento de farinhas e alimentos, irradiação, hidrogenização, calibragem, vaporização, armazenamentos industriais, colheitas precoces, transformação, etc., são as manipulações mais correntes que sofrem os alimentos antes de chegarem á nossa mesa.

Na verdade temos abundância, em alguns países até excessos, mas a que preço?

Farinhas refinadas, pão branco e congelado, açúcar branco, gorduras animais em excesso, conservantes, corantes, etc., etc.

É um ciclo que parece não ter fim enquanto a rentabilização for o objectivo principal deste sistema. Será cada um de nós, cada família, cada ser que deve preocupar-se e aprender a escolher o alimento que mais lhe convém do ponto de vista nutricional.

As exigências da rentabilização fizeram esquecer a principal função do alimento: fornecer ao organismo a ração nutricional necessária ao seu equilíbrio e saúde.

E a ciência moderna mostra-nos e confirma-nos que a alimentação deve satisfazer racionalmente e constantemente todas as necessidades do nosso corpo que está em constante mudança e regeneração. A alimentação deve assegurar o calor e energia necessárias para alimentar o cérebro e constituir as reservas indispensáveis.

A nossa alimentação deve ainda conter os minerais e as vitaminas necessárias ao esqueleto e ás funções vitais do organismo. Ela deve fornecer os elementos necessários ao desenvolvimento equilibrado do corpo humano, reparar os danos dos tecidos e lutar contra as agressões internas e externas.

A alimentação é o meio mais racional que o homem possui para manter ou alcançar a saúde.
E não basta apenas equacionar calorias, gorduras e hidratos de carbono é necessário consumir alimentos sãos e «vivos» capazes de nos fornecerem a energia vital necessária ao nosso dia a dia.

A alimentação é o sustentáculo da nossa saúde e equilíbrio.

E será a alimentação moderna capaz de responder a todas estas exigências?

Prevenir Doenças do Coração


DOSSIER DE SAÚDE DA UNIVERSIDADE DE HARVARD
Primeiro, as más notícias. As doenças cardíacas são o principal responsável de mor-te na América e assim tem sido todos os anos desde 1921. Este ano, mais de um milhão de americanos terão um problema coronário — um ataque de coração ou alguma outra complicação cardíaca. E mais de 40% das pessoas com um ataque de coração morrerão em consequência da doença. Isso significa que em cada minuto ocorrerão dois episódios coronários e uma morte. As doenças cardíacas são por norma designa-das por doenças cardiovasculares — um termo que também engloba acidentes vasculares cerebrais (AVC) e doença reumática cardíaca, entre outras. É o assassino número um tanto de mulheres como de homens nos Estados Unidos e tem morto mais mulheres que homens todos os anos desde 1984. Além da morte, incapacidade e sofrimento, esta epidemia das doenças cardíacas contribui para os males económicos do país — calcula-se que o custo das doenças cardiovasculares subirá a mais de 214 milhares de milhões de dólares apenas em 2000. Agora, as boas notícias. As doenças cardíacas são uma das mais previsíveis de todas as enfermidades. Numerosos estudos têm demonstrado que se aplicarmos quatro mudanças básicas no estilo de vida — não fumar, ter uma alimentação saudável, praticar exercício e controlar a tensão arterial — podemos reduzir as hipóteses de sofrer de um primeiro ataque cardíaco e o risco geral de uma doença coronária. Por exemplo, o Harvard Alumni Health Study, um estudo a longo prazo de quase 15 mil licenciados de Harvard College, revelou que os homens que começaram a praticar exercício com regularidade, deixaram de fumar, reduzirá sua pressão arterial e perderam peso aumentaram substancialmente a sua esperança de vida, em comparação com os colegas que não fizeram nenhuma destas mudanças. E recentes descobertas do Nurses' Health Study, que acompanhou 85 941 mulheres entre 1980 e 1994, mostrou que medidas como adoptar dietas mais saudáveis e não fumar foram responsáveis por uma diminuição de mais de 31% dos casos de doenças coronárias en-tre estas mulheres durante esse período. Se já sobreviveu ao seu primeiro (ou segundo ou terceiro) ataque cardíaco, não pense que perdeu as hipóteses de prevenir outro. Estas mesmas medidas — a par de passos adicionais como tomar aspirina em doses baixas, medicamentos para diminuição do colesterol ou vitamina B — pode reduzir a probabilidade de um ataque cardíaco subsequente nas pessoas que sofrem do coração. Este fascículo orientá-lo-á ao longo dos aspectos básicos das doenças cardíacas e da sua prevenção, começando por uma explicação directa do problema. As páginas seguintes também descrevem os factores que o colocam em risco de contrair a doença e explicam as mais eficazes estratégias preventivas. A par disso, o fascículo oferece sugestões práticas sobre o modo de aplicar esta informação e sobre mudanças difíceis no estilo de vida. Depois de o ler, ficará equipado coma informação de que necessita para viver com um coração saudável. 
• O exercício desempenha m papel importante num estilo de vida saudável. 

Aprender a meditar?

Pense em si, aprenda a meditar e mude a sua vida para melhor. Conheça as formas perfeitas para relaxar e traga as boas energias até si!

Qual é o objetivo?
Provavelmente existem tantas razões para a meditação, como existem formas de praticá-la. Todas as pessoas pensam que o objetivo da meditação é lidar com o stresse. Mas o objetivo é, na verdade, “sintonizar” – para “destressar”, e também para encontrar a paz.

É religioso?
Se não é religioso, é certamente espiritual. Práticas que poderiam ser consideradas cultura meditativa em cada tradição religiosa: no Islão, a repetição dos 99 nomes de Deus e os cinco atos diários de oração; no Cristianismo, meditando na lei (Josué 01:08) e as formas de oração; em Hinduísmo, todas as práticas de yoga, desde as posturas (asanas) até ao controlo da respiração (pranayama).

Mas, apesar de prática meditativa tender a enfatizar a ligação com o espírito, pense nela mais como um despertar para a vida ou como uma forma de ganhar um forte conhecimento sobre si mesma.

Uma pesquisa realizada com monges budistas que estiveram em meditação durante 15 a 40 anos mostrou que, enquanto meditavam sobre a compaixão, os seus cérebros geraram os raios gama mais intensos (onda associada com o funcionamento do cérebro e com o pensamento superior) nunca vistos num cérebro humano normal. Contudo, a área mais intensa da atividade foi o córtex pré-frontal esquerdo, a área associada com a felicidade e os pensamentos positivos.

Vamos a isso!
Sente-se calmamente com os olhos fechados. Coloque o seu foco de atenção na ponta do seu nariz. Inspire e expire normalmente, e sinta o fluxo de ar através de suas narinas. Pense na sua respiração como uma leve nuvem de luz dourada. Sinta a energia suave a ser transportada pela sua respiração. Sinta-se relaxada, sem forçar. Vai acontecer naturalmente!

O timing perfeito
Os benefícios são mais evidentes com a prática regular: encontre um espacinho nos seus dias para que possa comprometer-se durante cerca de 30 minutos, sem barulho ou interrupções. Para a maioria de nós, o melhor é acontecer logo de manhã ou à noite – mas pode ser à hora de almoço.

Sente-se confortavelmente
Cruze as pernas, estique-as à sua frente – o que mais lhe convier. Sentar-se numa almofada pode ajudar. No entanto, é importante manter as costas direitas.

A regularidade do exercício e manter as costas direitas são fatores fundamentais.


Café diminui até 25% risco de diabetes tipo 2


Em Portugal estima-se que haja mais de mil portadores de diabetes tipo 2

29 de outubro de 2013 - 10h58

O consumo regular de café contribui para estimular o metabolismo e equilibrar os níveis de glucose, o que diminui até 25 por cento o risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2, sustenta um estudo apresentado pelo Instituto de Informação Científica sobre Café.

Os resultados foram apurados na sequência de um teste oral de tolerância de glucose, envolvendo 12 gramas de café descafeinado, um grama de ácido clorogénico e 500 miligramas de trigonelina (um placebo). O ácido clorogénico e a trigonelina reduziram as respostas iniciais de glucose e insulina, sustentando o efeito benéfico do café.

Teresa Ruivo, gestora do Programa Café & Saúde em Portugal, salientou as “duas teorias que sustentam esta conclusão”: “o facto da cafeína estimular o metabolismo e aumentar o gasto de energia e o papel decisivo dos componentes do café ao equilibrarem os níveis de glucose dentro do corpo”.

A especialista, citada pelo portal RCM Pharma, acrescentou que “os consumidores de três a quatro chávenas diárias têm menor risco de vir a desenvolver diabetes tipo 2 quando comparados com indivíduos que bebem até duas chávenas de café por dia ou não bebem de todo”.

De acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde, a diabetes afeta mais de 371 milhões de pessoas, o que corresponde a 8,3 por cento da população mundial.

O mais grave, para os especialistas, é que mais de metade destas pessoas ainda não sabe que tem diabetes. Em Portugal, a tendência é semelhante: dos mais de mil portadores de diabetes (com idades entre os 20 e os 79 anos), menos de metade ainda não conhece o diagnóstico.

Fonte: saude.sapo.pt